Concordo com a Nutricionista Michelle Ferreira de Simone.
Nada de fazer dieta sem caboidrato.
Mais informações sobre dieta e carboidrato no blog da Dr. Michelle:
http://minutry.blogspot.com/
Abraço
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Qual é a diferença entre o colesterol e os triglicérides?
Embora o colesterol e os triglicérides sejam lípides, mais conhecidos como gorduras, existem diferenças enormes entre eles.
Os triglicérides são formados a partir dos carboidratos - açúcares e massas - e armazenados nas células como reserva calórica, sendo utilizados para obtenção de energia nos períodos de privação de alimento. Seu excesso pode causar depósitos nos dutos pancreáticos, ocasionando doença inflamatória grave, a pancreatite.
O colesterol tem mecanismo mais complexo. É formado pela absorção das gorduras saturadas e do colesterol de origem animal e também produzido pelo próprio fígado. De extrema importância para o organismo, é a matéria-prima de hormônios e faz parte da composição da célula. As duas principais frações do colesterol são o LDL e o HDL, transportados na corrente sanguínea, ligados a uma proteína, a lipoproteína.
O LDL colesterol - colesterol de baixo peso molecular - é produzido no fígado, liga-se a essa lipoproteína e circula pelo organismo levando esse colesterol às células. Ele tem uma subfração de "LDL pequeno e denso" que, quando em excesso, sofre um processo de oxidação e passa a ser depositado nas paredes das artérias, dando origem às "placas moles", que podem progredir e formar placas mais estáveis, "placas duras", que se calcificam e dão origem à arteriosclerose e, conseqüentemente, a doenças arteriais, como o enfarte agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral.
Por outro lado, o HDL - colesterol de alta densidade - tem como função "retirar" o excesso do LDL colesterol, minimizando o depósito do LDL na parede das artérias. Quando o paciente apresenta níveis de LDL colesterol elevados e de HDL baixos, há maior probabilidade de formar placas nas artérias e, por conseguinte, doença arteriosclerótica. Já o baixo LDL e o HDL elevado são considerados fator de proteção.
Vale destacar que esses são fatores importantes na formação das placas nas artérias, mas não os únicos. O excesso de açúcar no sangue, como a diabete melito (tipo 2, adquirida com a idade), o tabagismo, a hipertensão e os fatores genéticos contribuem para a doença arteriosclerótica assim como, em menor grau, os triglicérides elevados, apesar de aumentarem a viscosidade sanguínea e facilitarem a sua coagulação.
Para manter níveis saudáveis de triglicérides e colesterol, são fundamentais mudança de hábitos alimentares e qualidade de vida. É preciso seguir dietas com pouca gordura saturada baixo colesterol moderadas em carboidratos ricas em fibras (reduzem a absorção de colesterol no intestino), legumes, vegetais e em óleos monossaturados ou polissaturados.
Quando não se consegue controlar os níveis de triglicérides por meio de hábitos como exercícios e dieta, exigem-se remédios para normalizar os distúrbios nos índices de LDL, HDL e triglicérides.
Por fim, todos com LDL colesterol alto precisam medir a função da tireóide, pois nos casos de hipotireoidismo - doença que ocasiona a baixa produção de hormônios e é vista como uma das causas de elevação dessa fração do colesterol - basta tratar a disfunção para resolver o problema.
14/04/2005 - Fitness - O Estado de S. Paulo - Geral
CONSULTOR: Ricardo Peres, endocrinologista e diretor do pronto-atendimento do Hospital Albert Einstein, São Pa
Os triglicérides são formados a partir dos carboidratos - açúcares e massas - e armazenados nas células como reserva calórica, sendo utilizados para obtenção de energia nos períodos de privação de alimento. Seu excesso pode causar depósitos nos dutos pancreáticos, ocasionando doença inflamatória grave, a pancreatite.
O colesterol tem mecanismo mais complexo. É formado pela absorção das gorduras saturadas e do colesterol de origem animal e também produzido pelo próprio fígado. De extrema importância para o organismo, é a matéria-prima de hormônios e faz parte da composição da célula. As duas principais frações do colesterol são o LDL e o HDL, transportados na corrente sanguínea, ligados a uma proteína, a lipoproteína.
O LDL colesterol - colesterol de baixo peso molecular - é produzido no fígado, liga-se a essa lipoproteína e circula pelo organismo levando esse colesterol às células. Ele tem uma subfração de "LDL pequeno e denso" que, quando em excesso, sofre um processo de oxidação e passa a ser depositado nas paredes das artérias, dando origem às "placas moles", que podem progredir e formar placas mais estáveis, "placas duras", que se calcificam e dão origem à arteriosclerose e, conseqüentemente, a doenças arteriais, como o enfarte agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral.
Por outro lado, o HDL - colesterol de alta densidade - tem como função "retirar" o excesso do LDL colesterol, minimizando o depósito do LDL na parede das artérias. Quando o paciente apresenta níveis de LDL colesterol elevados e de HDL baixos, há maior probabilidade de formar placas nas artérias e, por conseguinte, doença arteriosclerótica. Já o baixo LDL e o HDL elevado são considerados fator de proteção.
Vale destacar que esses são fatores importantes na formação das placas nas artérias, mas não os únicos. O excesso de açúcar no sangue, como a diabete melito (tipo 2, adquirida com a idade), o tabagismo, a hipertensão e os fatores genéticos contribuem para a doença arteriosclerótica assim como, em menor grau, os triglicérides elevados, apesar de aumentarem a viscosidade sanguínea e facilitarem a sua coagulação.
Para manter níveis saudáveis de triglicérides e colesterol, são fundamentais mudança de hábitos alimentares e qualidade de vida. É preciso seguir dietas com pouca gordura saturada baixo colesterol moderadas em carboidratos ricas em fibras (reduzem a absorção de colesterol no intestino), legumes, vegetais e em óleos monossaturados ou polissaturados.
Quando não se consegue controlar os níveis de triglicérides por meio de hábitos como exercícios e dieta, exigem-se remédios para normalizar os distúrbios nos índices de LDL, HDL e triglicérides.
Por fim, todos com LDL colesterol alto precisam medir a função da tireóide, pois nos casos de hipotireoidismo - doença que ocasiona a baixa produção de hormônios e é vista como uma das causas de elevação dessa fração do colesterol - basta tratar a disfunção para resolver o problema.
14/04/2005 - Fitness - O Estado de S. Paulo - Geral
CONSULTOR: Ricardo Peres, endocrinologista e diretor do pronto-atendimento do Hospital Albert Einstein, São Pa
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Não ofereça refrigerantes aos seus filhos (nem tenha em casa)
Estudo de 10 anos mostrou que meninas que consomiam refrigerantes aos 5 anos de idade tinham dietas com qualidade inferior aos 15 anos, não só por conta das "porcarias" consumidas mas também por conta dos alimentos saudáveis não consumidos. O consumo adequado de alimentos ricos em vitaminas, minerais, proteínas, fibras e fitoquímicos é essencial ao crescimento ótimo e à saúde em geral. Por exemplo, o baixo consumo de cálcio está associado ao maior risco de fraturas ósseas. Os refrigerantes não contém cálcio e geralmente entram no lugar de bebidas mais saudáveis. O menor consumo deste nutriente também aumenta o risco de problemas dentários, diabetes e obesidade. O estudo tenta mostrar como o consumo de bebidas pode impactar de forma diferente a qualidade da dieta. Como muitas das preferências são formadas na infância é importante que os pais controlem o consumo de alimentos que não agregam valor nutritivo à dieta o quanto puderem. E não adianta não oferecer para a criança mas ficar bebendo na frente dela enquanto insiste para que ela tome água ou suco. Inclusive este estudo mostrou que os pais das crianças que bebiam mais refrigerantes tinham maior peso corporal e IMC. Ou seja, muito provavelmente a alimentação de toda família é inadequada. E atenção: não vale trocar o refrigerante por sucos artificiais ou pelos naturais mega açucarados!Estudo: Laura M. Fiorito, Michele Marini, Diane C. Mitchell, Helen Smiciklas-Wright, Leann L. Birch. Girls' Early Sweetened Carbonated Beverage Intake Predicts Different Patterns of Beverage and Nutrient Intake across Childhood and Adolescence. Journal of the American Dietetic Association, 2010; 110 (4): 543.
Fonte: http://andreiatorres.blogspot.com/
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O que é índice glicêmico?

No dia primeiro de março, o American Journal of Clinical Nutrition publicou a análise de 37 estudos envolvendo quase 2 milhões de pessoas, avaliando a associação entre o índice glicêmico dos alimentos e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 . O estudo, conduzido pelos pesquisadores Alan Barclay, Joanna McMillan Price, Prof Jennie Brand-Miller e colaboradores também mostrou uma maior prevalência de doenças da vesícula e alguns tipos de câncer em pessoas com altas concentrações de glicose no sangue. O estudo, conduzido
O índice glicêmico (IG) é o potencial que um determinado alimento tem de aumentar a carga de açúcar no sangue. O consumo de alimentos ricos em carboidratos que são digeridos rapidamente são responsáveis por um rápido aumento da concentração de glicose sanguínea, sendo portanto de alto índice glicêmico. Os alimentos que contém carboidratos de digestão lenta, e portanto liberam glicose gradualmente na corrente sanguínea são os de baixo índice glicêmico. Os alimentos de baixo índice glicêmico devem ser os consumidos em maior quantidade pois nos mantém satisfeitos por mais tempo e ajudam no combate à obesidade. Já o consumo de alimentos com alto índice glicêmico fazem o açúcar no sangue se elevar, aumentando também a quantidade de insulina na corrente sanguínea. Esta prática pode a longo prazo sobrecarregar o pâncreas causando pré-diabetes ou diabetes tipo 2.
Alguns estudos também mostram que glicose e insulina em excesso estão ligados a alguns tipos de câncer. Isto ocorre pois além da insulina, o açúcar também estimula a produção de IGF-1 (insulin like growth factor one). Tanto a insulina quanto o IGF-1 não só promovem o crescimento de células como também diminuem a taxa de morte celular. Outros estudos também mostraram a redução do colesterol "bom", o HDL, e dos triglicerídeos em indivíduos que consomem dietas com alto índice glicêmico. O problema é que indivíduos com HDL baixo e triglicerídeos elevados possuem um risco maior de pedras na vesícula.

Para a prevenção destas doenças, o ideal então é seguir uma dieta saudável e com baixo índice glicêmico. Veja nas tabelas da Sociedade Brasileira de Diabetes o valor de índice glicêmico para uma variedade de alimentos e escolha preferencialmente aqueles com IG abaixo de 55. Se puder escolher alimentos com IG menor do que 45 melhor ainda.
Outros bancos de dados com valores de índice glicêmico:
http://www.diabetes.org.br/nutricao/tabela_ig.php
http://www.glycemicindex.com
http://ginews.blogspot.com
http://www.gilisting.com
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