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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Especialistas liberam a prática de musculação para crianças e adolescentes

Antônio Marinho

A ideia de que praticar musculação na infância prejudica o desenvolvimento da criança acaba de ser derrubada. Numa das maiores revisões sobre o tema, especialistas do “Institute of Training Science and Sports Informatics”, em Colônia, na Alemanha, analisaram dezenas de estudos feitos nas últimas décadas sobre treino de força para meninos e meninas entre 6 e 18 anos. Conclusão: a musculação traz benefícios quando bem orientada. Especialistas brasileiros já seguem a tendência e algumas academias no Rio têm profissionais especializados e equipamentos específicos para crianças.

Segundo a pesquisa alemã, publicada na revista "Pediatrics", jovens de qualquer idade que fizeram treino de resistência pelo menos duas vezes por semana, durante um mês ou mais, tiveram maior ganho de força que aqueles que se exercitavam apenas uma vez por semana ou por períodos mais curtos. O resultado contraria a afirmação de que crianças e adolescentes devem evitar a musculação porque esse exercício resultaria em baixa estatura e danos físicos, devido, por exemplo, à falta de testosterona, o hormônio que estimula o aumento de massa muscular em adultos.

Leia a matéria completa:
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/12/13/especialistas-liberam-pratica-de-musculacao-para-criancas-adolescentes-923256551.asp
Fonte: O Globo Online

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O QUE É FIBROMIALGIA?



A fibromialgia (síndromes de dor miofascial, fibromiosite) é um grupo de perturbações caracterizadas por dores muito incómodas e rigidez dos tecidos moles como os músculos, os tendões (que mantêm os músculos presos aos ossos) e os ligamentos (que mantêm os ossos unidos entre si).

A dor e a rigidez (fibromialgia) podem manifestar-se em todas as partes do corpo ou podem estar restringidas a certos pontos, como nas síndromes de dor miofascial. A fibromialgia em todo o corpo é mais frequente nas mulheres do que nos homens.

Os homens são mais propensos a manifestar dor miofascial ou fibromialgia numa zona específica (como o ombro), provocada por um esforço muscular recreativo ou ocupacional. A fibromialgia não é um processo grave, mas a persistência dos sintomas pode interferir na vida diária de modo muito importante.

Causas

Embora se desconheça a causa, a fibromialgia pode ser desencadeada pelo stress físico ou mental, por uma posição inadequada ao dormir, por uma ferida, pela exposição à humidade e ao frio, por certas infecções e, por vezes, pela artrite reumatóide ou uma perturbação relacionada.

Uma variedade corrente, a síndrome de fibromialgia primária, costuma aparecer nas mulheres jovens saudáveis que sofrem de depressão, ansiedade ou tensão nervosa, muitas vezes juntamente com um sono irregular e não reparador (o sono não reparador não repõe as forças, deixando uma pessoa tão cansada, ou mais, que antes de dormir).

Esta síndrome pode apresentar-se em qualquer idade, inclusive na adolescência, afectando em geral os mais jovens. Nas pessoas de mais idade, a perturbação apresenta-se muitas vezes juntamente com uma artrite não associada à coluna vertebral.


Sintomas

Consistem em rigidez e dor, que costumam desenvolver-se de forma gradual. Na síndrome de fibromialgia primária, o sintoma é habitualmente a dor e na fibromialgia confinada a uma zona específica, esta pode ser mais súbita e aguda. Em ambas, a dor costuma piorar com o cansaço, o esforço ou a sobrecarga muscular.

Algumas zonas específicas podem doer ao serem pressionadas. Pode aparecer rigidez e espasmo muscular. Embora nenhum tecido fibroso ou muscular seja afectado, são especialmente propensos à dor os músculos do pescoço, dos ombros, do tórax, da zona lombar e das coxas.

Na síndrome de fibromialgia primária, a dor pode surgir em todo o corpo, inclusive com sintomas gerais como um sono não reparador, ansiedade, depressão, cansaço e a síndrome do cólon irritável.


Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da síndrome de fibromialgia baseia-se no tipo e localização da dor. Determina-se se a pressão provoca dor num ponto (pontos sensíveis), ou se a dor parece mover-se (irradiar) para outras zonas (pontos gatilho).

Habitualmente a terapia sem medicamentos é a mais eficaz e, reduzindo a tensão nervosa, consegue-se o alívio dos sintomas em alguns casos ligeiros. Geralmente obtêm-se bons resultados tanto com os exercícios de estiramento e condicionamento como com uma melhoria no sono e também com a aplicação de calor local e de massagens suaves, tal como evitando o frio.

FONTE:CRIS CAVASOTTO http://personalrs.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sedentarismo é a principal causa de varizes em jovens mulheres


MBPress - Saúde - 01/04/2008

O sedentarismo, aliado ao uso de pílulas anticoncepcionais, é o principal causador das varizes em mulheres cada vez mais jovens, segundo divulgação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular (SBCV).

Segundo estatísticas da SBCV, uma em cada cinco mulheres tem algum grau da doença. É indicado que o uso dos anticoncepcionais a base de estrogênio seja evitado por quem tem tendência à doença.

Não praticar atividade física, gravidez, trabalhar em pé e se manter acima do peso ideal são fatores que desencadeiam o surgimento de problemas venosos. A entidade afirmou também que mitos como depilar a perna com cera quente e andar de salto alto não ajudam em nada. Os exercícios físicos são a principal maneira de evitar esse tipo de problema.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Quando o exercício físico vira vilão

Há alguns anos, a ciência vem comprovando o que senso comum já indicava: a prática de atividades físicas é um dos ingredientes essenciais do equilíbrio individual. Diversos estudos mostram que pessoas que fazem exercícios regularmente têm menos chances de desenvolver problemas como hipertensão, diabetes, obesidade, depressão e até alguns tipos de câncer. Os benefícios se esgotam, no entanto, quando os limites do corpo são desrespeitados. Especialistas ouvidos por VEJA.com são unânimes em afirmar que as pessoas precisam conhecer em detalhes seu estado de saúde antes de iniciar uma atividade física – e também quando a idéia é elevar o nível de treinamento. “Muitas vezes, uma pessoa que está praticando um exercício acha que aquilo é pouco: então, por conta própria, decide aumentar a carga”, esclarece o cardiologista especializado em medicine esportiva Nabil Ghorayeb, coordenador do Sport Check-Up do Hospital do Coração, chefe da Seção Médica de Cardiologia do Exercício e Esporte do Instituto Dante Pazzanese e autor do livro Ninguém Morre de Véspera.

É fácil deixar que o exercício se torne um vilão do ponto de vista ortopédico ou cardiovascular. No primeiro caso, o excesso de repetições, o uso de equipamentos inadequados ou a prática irregular são os principais culpados. “A dor é o principal alerta do nosso organismo. Ela tem a função de proteger o nosso corpo e deve ser encarada como sinal de que algo está errado”, aconselha Alfredo Villardi, ortopedista e membro do Centro de Cirurgia do Joelho do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). Veja as lesões mais comuns em cada tipo de esporte.

No caso dos problemas cardiovasculares, a situação é mais séria. Uma atividade competitiva pode trazer à tona complicações e até causar a morte súbita. Dois casos recentes marcaram a memória dos brasileiros. Em 2004, o jogador do São Caetano Paulo Sérgio de Oliveira Silva, o Serginho, caiu fulminado por um ataque cardíaco no gramado do Estádio do Morumbi, em São Paulo. Cerca de dois anos depois, a população perdeu um ícone do humor, Cláudio Besserman Vianna, aclamado como Bussunda no programa Casseta & Planeta Urgente. Ao contrário de Serginho, Bussunda não tinha um corpo atlético. Pior: reunia grandes fatores de risco de infarto, como obesidade, hipertensão e histórico familiar de doenças coronarianas. O erro fatal do humorista foi não dar atenção ao desconforto que sentiu durante uma partida de futebol que disputava com amigos na Alemanha.

Precaução - A experiência do cardiologista Carlos Alberto Cyrillo Sellera, diretor-científico da regional de Santos da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), foi determinante para salvar sua vida. Esportista desde a juventude, o médico de 62 anos sempre participou de atividades competitivas e não diminuiu o ritmo com o passar dos anos: já correu oito maratonas e fez provas internacionais de triátlon. Durante um treino, porém, ele percebeu que seu desempenho estava aquém do habitual. “Era como se fosse uma fadiga, mas eu não entendia sua razão”, conta. “Fiz um teste ergométrico de rotina e deu positivo: tinha uma lesão severa na artéria coronária e tive que fazer angioplastia e colocar stents”. Depois, ele voltou a competir, mas preferiu abandonar a atividade física de alto desempenho. “Pretendo continuar praticando esportes, mas encarando o exercício como benefício cardiovascular e qualidade de vida”, diz.

Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais_online/esporte-seguro/especial-saude-materia-abre.html

segunda-feira, 27 de abril de 2009

MUSCULAÇÃO - 7 Razões para o Treino com Peso

Treinamento - 7 razões e qualidade de vida

Você ainda precisa de algum tipo de motivação para treinar com pesos? Aqui você encontra as mais recentes descobertas sobre os benefícios desse tipo de treino:

1) Pesos constrõem músculos
Mulheres com idade entre 20 e 30 anos perdem 3,6 kg de músculos e ganham 10 quilos de gordura. Homens de 20 a 80 anos perdem um quarto de sua massa muscular. Correr, pedalar ou outra qualquer outra atividade aeróbica não acaba com essa perda. A McMaster University, dos Estados Unidos, realizou um estudo comparando programas de dez semanas com uso de peso combinando exercícios aeróbicos contra programas que usam somente exercício aeróbico.

O grupo que só fazia atividades aeróbicas mostrou que só houve aumento de 2% na capacidade cardiovascular e 11% na capacidade física. Já nos treinos com pesos junto com trabalho aeróbico, seus praticantes tiveram a capacidade cardiovascular melhorada em 15% e na capacidade física 109%. No quesito força os resultados favorecem ainda mais quem treinou com pesos. O grupo da atividade aeróbica não teve nenhum tipo de aumento de força nas pernas e nos braços. Enquanto no grupo que treinou com pesos, verificou-se em seus participantes um aumento de 43% na força dos braços e 22% nas pernas.

2) Pesos fazem você perder gordura
O músculo é o motor do corpo. Ele faz com que a gordura seja queimada como combustível. Então se você tem poucos músculos, não dá para perder muita gordura. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition comparou os níveis de gordura corporal em mulheres. As sedentárias tem 21% de gordura corporal, as praticantes de exercícios aeróbicos tem 16% e as que praticam exercícios de resistência (peso) tem 14%.

3) Pesos fazem os ossos crescerem
Os benefícios que os treinamentos com pesos trazem ficam evidentes em um estudo de densidade óssea feito com levantadores de pesos de 14 países, comparando com pessoas que tem uma vida saudável e praticam outros tipos de exercícios. Na média os ossos daqueles que levantam pesos são 46% mais densos e 50% mais fortes.

Força óssea e muscular não estão somente relacionadas com levantadoras de pesos, mas também em mulheres jovens e saudáveis. Um estudo da Stanford University constata claramente que aproximadamente 20% da densidade mineral óssea depende da manutenção muscular.

Uma pesquisa publicada em fevereiro de 2000 no British Journal of Sports mostra que até em mulheres mais velhas, um ano de treinamento com pesos aumentou em até 29% a força muscular, com uma melhora significativa na densidade óssea.

4) Pesos aumentam a imunidade
Para termos um sistema imunológico mais forte dependemos da disponibilidade do amino ácido glutamina. Seus músculos são os responsáveis em fornecer glutamina para seu sistema imunológico durante o trabalho muscular. Quanto mais músculos você tem, mais glutamina eles fornecerão para seu sistema imunológico, fortalecendo-o.

5) Pesos combatem o diabetes
Verificou-se em estudos publicados de 1995 a 1999 dados inesperados e benéficos sobre os resultados de programas de treinamento com pesos. Este tipo de treinamento proporciona maior tolerância de glucose em pacientes com diabetes tipo 2. Em uma dessas pesquisas, mulheres que já passaram pela menopausa e tem diabetes seguiram um programa de treinamento com pesos durante 4 meses. A sensibilidade por glucose melhorou cerca de 29%.

6) Pesos atacam a artrite
Na Tufts University, pesquisadores deram a seus pacientes com artrite reumática um treino de alta intensidade com pesos durante 12 semanas. Os resultados mostraram que os pacientes tiveram significativa redução da dor nas juntas, diminuição da fadiga além de um grande ganho em força. Em um estudo da Nebraska University com pacientes com osteoartrite no joelho, os pesquisadores aplicaram um treinamento de 8 semanas com pesos. Outros pacientes foram usados como grupo de controle. Foi verificado que o trabalho com pesos causa um significante declínio na atividade da artrite.

7) Pesos fortalecem seu coração
Estudos mostram que treinamentos com pesos causam menos sintomas cardíacos que os tradicionais exercícios de reabilitação, como pedalar ou andar. Também são responsáveis por melhor fluidez sangüínea, maior força muscular, mais resistência física e menos fadiga.

Em um desses estudos, um programa de 12 semanas foi combinado com um tradicional programa de reabilitação. O grupo que treinava com pesos e também realizava trabalho aeróbico mostrou grande aumento de força (90% contra 9% daqueles que só fizeram trabalho aeróbico). Eles também perderam mais gordura (3 kg contra 1 kg). E também tiveram melhora na capacidade física.

Fonte: FitnessNetwork.com
Retirado:http://portaleducacaofisica.blogspot.com/2009/04/musculacao-7-razoes-para-o-treino-com.html

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Combate à hipertensão


Para hipertensos com excesso de peso, cada dois quilos emagrecidos representam uma significativa redução na pressão arterial.

Pode parecer pouco, mas a cada 2 quilos perdidos, pessoas com hipertensão têm uma redução de 3,7mmHg (milímetros de mercúrio) na chamada pressão máxima - sistólica - quando o coração se contrai; e de 2,7mmHg na pressão mínima, que é quando o coração se dilata (diastólica), de acordo com estudos recentes da revista Hypertension.

Estes números mostram a importância de adotar um estilo de vida mais saudável, mantendo um peso ideal através de uma boa dieta e da prática de exercícios físicos com regularidade, além de comprovar a relação cada vez mais forte da obesidade com a hipertensão.

Uma das etapas mais importante deste estudo realizada pela Pennington Biomedical Research Center, no Estado de Louisiana, Estados Unidos, contou com a participação de 810 hipertensos que estavam no estágio inicial da doença. Após 18 meses, aqueles que foram induzidos a uma dieta com redução de gordura e alta ingestão de frutas e verduras, além da prática de exercícios físicos, com a conseqüente perda de peso, tiveram a pressão arterial bastante reduzida. Para aqueles que emagreceram de 3,8 quilos a 4,3 quilos no período, a diminuição da pressão (sistólica e diastólica) ficou entre 8,6/6,0mmHg e 9,5/6,2mmHg.

Uma dieta rica em frutas, verduras e leite de baixa gordura pode reduzir em até 5,3 mmHg a pressão. E o sal ainda é um dos maiores inimigos dos hipertensos. O mesmo estudo demonstrou que a diminuição do sódio na alimentação é uma das principais causas da redução na pressão no sangue, com baixas de 1,9mmHg na sistólica e 1,1mmHG na pressão diastólica.

Já não é novidade que existe uma forte relação entre o excesso de peso e a obesidade com a hipertensão e as doenças cardiovasculares. Os riscos simplesmente dobram nos indivíduos com sobrepeso, tanto do sexo feminino como do masculino.

Nos Estados Unidos a preocupação é ainda maior, pois 66% da população adulta está acima do peso considerado ideal e, deste total, cerca de 40% possui hipertensão. Por essa razão, há uma iniciativa do Governo Federal norte-americano para aumentar em 50% a população adulta hipertensa que tem a pressão arterial sob controle.

Sobre a SBH: A Sociedade Brasileira de Hipertensão é uma Sociedade Civil sem fins lucrativos, que trabalha com o objetivo de estimular o intercâmbio de informações e a pesquisa (básica, clínica e epidemiológica) sobre a hipertensão arterial e as moléstias cardiovasculares entre cientistas e profissionais da saúde brasileiros.

Ela incentiva jovens cientistas e médicos a desenvolverem pesquisas em hipertensão arterial, além de educar sobre os aspectos da hipertensão e as moléstias cardiovasculares. Promove ainda a detecção, o controle e a prevenção da hipertensão e outros fatores de risco cardiovascular na população brasileira.

Cuide de sua saúde. Você é o que você come!

Fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Saúde Infantil - Sedentarismo pode provocar asma


Sedentarismo pode elevar risco de asma em crianças diz estudo.

O estudo acompanhou crianças do nascimento aos 11 anos

Crianças pequenas que passam mais de duas horas por dia assistindo à televisão correm duas vezes mais risco de desenvolver asma, de acordo com um estudo britânico publicado na revista de medicina respiratória Thorax.

Os cientistas dizem, contudo, que o problema se deve menos à TV em si e mais ao estilo de vida sedentário ligado ao hábito de assisti-la.

Os pesquisadores acompanharam mais de 3 mil crianças britânicas desde o nascimento até os 11 anos e meio. Todos os anos, os pais respondiam a um questionário sobre sintomas de problemas respiratórios em seus filhos e se um médico diagnosticou asma.

Os pais também foram requisitados a acompanhar os hábitos de assistir à televisão dos filhos a partir dos três anos e meio de idade.
Nenhuma criança pequena ou bebê apresentava problemas respiratórios.

Aos 11 anos e meio, 185 crianças (6%) tinham desenvolvido asma.


Horas diante da TV

E crianças que assistiram à TV durante mais de duas horas por dia apresentaram quase o dobro de possibilidade de ter sido diagnosticadas com asma do que as que assistiam menos à televisão.

Entre as crianças com asma, 2% não assistiam à TV, 20% assistiam por menos de uma hora por dia, 34% praticavam o hábito entre uma e duas horas e 44% assistiam à televisão durante mais de duas horas por dia.

=>>> Pais, atenção para conclusão que segue:

Pesquisadores ressaltaram que, como nenhuma criança apresentava problemas respiratórios aos três anos e meio, é pouco provável que as crianças que desenvolveram asma tenham sido forçadas a fazer menos exercícios desde tenra idade justamente por causa dos sintomas da doença.

Eles especulam que a inatividade é uma explicação para os resultados obtidos, partindo-se da premissa de que as crianças que assistem mais TV têm vidas menos ativas - os cientistas não monitoraram diretamente os níveis de exercício das crianças durante o estudo.

No final do estudo, quando as crianças tinham 11 anos e meio de idade, constatou-se pouca diferença nos níveis de exercício físico entre os que desenvolveram asma e os que não desenvolveram.

O co-autor do estudo, James Paton, da Universidade de Glasgow, disse:
"Nós achamos que o problema é inatividade, não assistir à TV."

"Pode haver um período cedo na vida quando as atividades fazem alguma coisa para proteger os pulmões."

"Pode ser que ao não ficar sentado parado você acabe respirando profundamente e isso pode ser importante no longo prazo."


Há indícios de que padrões respiratórios podem ser importantes para os músculos das vias respiratórias.

Criança saudável, é criança em movimento!


Fonte: BBC Brasil