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sábado, 15 de novembro de 2014

Estudo confirma: proteína logo após o treino aumenta a massa muscular

Por Turibio Barros
São Paulo

Resultado mostra que a ingestão de Whey Protein imediatamente após o exercício de fortalecimento ativa células satélites e regeneram o músculo


O processo de remodelamento muscular é o complexo mecanismo através do qual os músculos adquirem os benefícios do estímulo do exercício. Ele tem início imediatamente após um treino e pode durar até 72 horas ou mais, dependendo da intensidade e duração do exercício realizado. O processo compreende um verdadeiro remodelamento do músculo, no qual a síntese de proteínas e as modificações estruturais são fatores determinantes tanto da melhora funcional quanto do ganho de massa muscular.
homem malhando euatleta (Foto: Getty Images) 
Estudo confirma: proteína consumida logo após o treino aumenta a massa muscular (Foto: Getty Images)

Um estudo recentemente publicado (julho de 2014) na revista científica "Amino Acids" investigou o benefício da suplementação de proteína na ativação das células satélites quando administrada imediatamente após uma sessão de exercícios de fortalecimento muscular. Os voluntários do estudo consumiam Whey Protein imediatamente após o treino e eram submetidos à biopsias do músculo solicitado 24, 48 e 168 horas após.

Quando comparados com um grupo controle que não recebia a proteína, os voluntários apresentavam uma significativa proliferação das células satélites, caracterizando um importante benefício para o remodelamento do músculo e aumento da massa muscular.

Existe um processo de ativação da ultra-estrutura do músculo esquelético do qual fazem parte as chamadas células satélites, que são considerada células não diferenciadas, capazes de serem ativadas pelo estímulo do exercício, o que é essencial para a regeneração e o remodelamento do músculo.

Os resultados do estudo comprovam a ideia de que o pós-exercício é um momento especial, durante o qual existe de fato uma “janela de oportunidade” que pode e deve ser aproveitada, principalmente com o aporte de nutrientes adequados, capazes de potencializar os benefícios do exercício.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/11/estudo-confirma-proteina-logo-apos-o-treino-aumenta-massa-muscular.html

Suplemento de proteína: quando consumir e qual tipo é o melhor

Por Samantha Bonnel
Rio de Janeiro

Concentrado, isolado, hidrolisado, de carne... Crescente e variada oferta de produtos nas prateleiras confunde os consumidores na hora da escolha.

 shake de proteína chocolate eu atleta (Foto: Getty Images) 

Shakes de proteína viram febre nas academias
(Foto: Getty Images)

Queridinho dos atletas e da turma da malhação, a proteína se tornou um item indispensável na dieta. Porém há muito essa substância não é somente consumida na sua forma natural, através da ingestão de carnes, leites, queijos e outros alimentos de origem animal. O aumento dos treinos exigiu também o crescimento do consumo de proteínas, e é onde entram os suplementos. Conhecidos inicialmente pelos atletas, os suplementos de proteína logo invadiram as academias e hoje são uma febre.
Seguindo o ritmo do consumo, a variedade também aumentou. Mas você sabe a diferença entre eles? Os produtos novos geralmente são mais caros e, por consequência, é comum que as pessoas concluam que a qualidade ou o funcionamento é melhor. Mas será que essa lógica está certa?
Antes de tomar qualquer decisão, conheça os tipos de suplementos de proteínas vendidos no Brasil e como eles funcionam.
                
Tipos de suplementos de proteína

CASEÍNA
Corresponde a cerca de 80% da proteína do leite (os outros 20% são whey) e é rica em aminoácidos como a glutamina, que auxilia no aumento muscular, e a arginina, conhecida como percursora da liberação natural do hormônio do crescimento (hGH).
Absorção: como forma uma espécie de gel no intestino é o suplemento de proteína de mais lenta absorção. A caseína leva de 5 a7 horas para ser ingerida, o que pode ser considerado positivo porque mantém os músculos nutridos por um longo período, evitando assim o catabolismo proteico, o estado em que ocorre a perda de músculos.

ALBUMINA
Este suplemento é composto pela clara do ovo desidratada. É uma fonte de proteína baixo custo e boa qualidade, já que é rica em aminoácidos essenciais, os BCAAs, responsáveis por aumentar a energia e ajudar na reconstrução muscular. Até o surgimento da proteína whey, a albumina era suplemento mais consumido entre pessoas que buscavam o aumento de massa muscular. Rica em vitaminas do complexo B, potássio, fósforo e ferro, a albumina auxilia no metabolismo e ajuda na manutenção de peso, já que é de absorção lenta, o que prolonga o processo digestivo e, consequentemente, aumenta a saciedade.
Absorção: apesar de ser absorvida mais rapidamente do que a caseína, ainda é bem mais lenta do que a proteína whey.

SOJA
A proteína da soja é uma boa opção para quem prefere uma fonte de proteína vegetariana. Ela contém glutamina, que ajuda na recuperação após o treino; arginina, que dilata os vasos sanguíneos e, consequentemente, permite que os nutrientes cheguem mais rapidamente aos músculos; e BCAA. Além disso, a proteína da soja tem antioxidantes, que ajudam da reconstrução muscular, e isoflavona que ajuda a manter o colesterol saudável e aumenta a produção do hormônio da tireoide, que por consequência acelera o metabolismo. Existe em três formas:
- Concentrada: contém 65% das proteínas presentes nos grãos da soja.
- Isolada: é feita das sementes da soja, o que garante 90% de proteína e zero de carboidratos.
- Texturizada: é feita a partir da proteína de soja concentrada e também é conhecida como “carne de soja”, está disponível na forma granulada e em pedaços.
Absorção: como essa proteína tem mais fibras, sua absorção é mais lenta do que a do whey, mas ainda assim é bem mais rápida do que a absorção da albumina e da caseína.

WHEY
É a proteína do soro do leite extraída durante o processo de transformação do leite em queijo. É a fonte mais concentrada de aminoácidos essenciais - alta concentração de glutamina e BCAA -, sem a adição de colesterol. Como essa proteína é extraída do soro do leite, o teor de água é muito alto. Para diminuir essa quantidade e aumentar a taxa de proteína é necessária uma nova filtragem, que separa essa proteína em outros três tipos:
- Concentrada (WPC): geralmente a mais barata, pois passa somente por um processo simples de filtragem. O resultado é uma porcentagem de cerca de 80 de proteína e 20% divididos entre carboidratos e gorduras.
- Isolada (WPI): o processo maior de filtragem resulta em cerca de 95% de proteína. Os carboidratos e gordura podem chegar a zero em algumas marcas, o que o torna interessante para quem quer emagrecer.
- Hidrolisada (WPH): a superioridade da qualidade é acompanhada pelo preço, também entre os mais altos. Além do processo minucioso de filtragem que faz com que a concentração de proteína chegue a 92%, essa proteína é hidrolisada, ou seja, passa por um processo que decompõem as cadeias longas de proteínas em fragmentos menores, o que exige um trabalho muito menor do aparelho digestivo tornando este tipo de suplemento de proteína de mais rápida absorção.
Absorção: o peso molecular leve deste tipo de suplemento torna a absorção rápida e, por isso o suplemento é ideal para a primeira hora pós-treino quando corpo necessita dos nutrientes da proteína. O suplemento hidrolisado é o de mais rápida absorção.

CARNE
A proteína hidrolisada da carne é ideal para pessoas intolerantes à lactose, este tipo de suplemento oferece todos os benefícios da proteína da carne – os nove aminoácidos essenciais para o corpo - sem os malefícios das gorduras que a acompanham. O suplemento é rico em creatina, uma substância composta pelos aminoácidos arginina, glicina e metionina, que fornece energia para os treinos e ajudam na construção de massa muscular.
Absorção: tão rápida quanto a proteína whey hidrolisada.
objetivo
Conforme a nutricionista Cristiane Perroni, o que vai definir o tipo de suplemento ideal para cada pessoal é o objetivo, a frase de treinamento e que esta pessoa já está ingerindo através da alimentação.
- Não existe suplemento ideal para cada “tratamento” ou objetivo. Depois de analisar a alimentação do indivíduo, estilo de vida, modalidade esportiva, objetivos e fase do treinamento podemos escolher o suplemento que deve ser usado e definir a quantidade a ser consumida e em que momento – explica Cristiane.
Também é importante lembrar que a proteína não é um suplemento de efeito imediato, ou seja, é preciso de pelo menos um mês para avaliar a ação do produto no organismo.

QUANTIDADE
A quantidade recomendada para ingestão diária de proteínas é de cerca de 0,8g por kg de peso no caso de uma pessoa normal. Porém esse número varia conforme o biotipo do corpo, o treino que está sendo realizado e os objetivos de cada um.
- Para ganho de massa muscular o indicado é de 1,2 a 1,8g de proteína por kg de peso. Mas em todos os casos não se deve ultrapassar 25g de proteína por produto, pois o organismo absorve no máximo esta quantidade de proteína a cada 2 horas para a síntese proteica – alerta Cristiane.
Além de trazerem malefícios à saúde como sobrecarga renal e hepática, doses de suplementos de proteína superiores ao necessário podem engordar.
- Como não estocamos excesso de proteína na forma de músculos, o excesso de proteína é transformado em gordura, que é estocada no tecido adiposo – explica a nutricionista.

ÁGUA x LEITE
- O suplemento proteico deve ser tomado com água e dependendo do objetivo pode ser adicionado ou não carboidratos como frutas ou maltodextrina – indica Cristiane.
shake e barra de proteína eu atleta (Foto: Getty Images) 
Suplementos para toda hora (Foto: Getty Images)
Segundo a nutricionista, o leite torna mais lenta a absorção do suplemento. E, seguindo esta lógica, não valeria a pena comprar suplementos de absorção rápida, que geralmente são mais caros, se a intenção é misturar com leite.

PÓ, BARRA OU LÍQUIDO?
A forma mais comum entre os suplementos de proteína é o , mas existe também produtos em barra e líquido. A forma como você vai consumir não interfere na funcionalidade, mas é preciso prestar atenção nos rótulos. Mesmo produtos da mesma linha podem contem quantidades e tipos diferenciados de suplementos em cada produto. Uma prática muito comum no caso das barras, por exemplo, é misturar mais de um tipo de suplemento de proteína.

FONTE: Eu Atleta

  http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/guia/suplemento-de-proteina-quando-consumir-e-qual-tipo-e-o-melhor.html

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Lesões do joelho no esporte: ortopedista explica tudo o que você precisa saber

Por Dr. Daniel Carvalho
Ortopedista e Traumatólogo

A prática de atividade física é cada vez mais difundida como instrumento para a manutenção da saúde. No entanto, a falta de orientação de um profissional especializado, a pouca freqüência na prática esportiva e a falta de um preparo físico mínimo, pode levar à resultados inesperados: as lesões.
O joelho é a maior articulação do corpo humano e realiza entre 2 e 4 milhões de flexões ao longo de 1 ano. Possui ligamentos fortes que estabilizam a articulação e evitam movimentos anormais. Os meniscos e a cartilagem funcionam como amortecedores que absorvem os impactos e choques durante a atividade esportiva.

1. COMO OCORREM AS LESÕES NOS JOELHOS ?
Existem dois grupos de lesões: as agudas e as crônicas ( por sobrecarga).
Agudas: ocorrem por trauma direto (contusão) ou indireto (torção). O joelho pode apresentar inchaço, dificuldade na mobilidade, bloqueios e falseios. O tratamento inicial deve ser realizado para diminuição dos sintomas, sendo a avaliação de profissional especializado necessária para diagnóstico definitivo e indicação do tratamento (cirúrgico ou não cirúrgico).
Crônicas: ocorrem por atividades que excedem a carga suportada pela articulação e geralmente estão relacionadas ao excesso ou erros nos exercícios. Provocam um desgaste que, no longo prazo, é muito prejudicial aos joelhos. As tendinites são o principal grupo de lesões, podendo também ocorrer desgaste dos meniscos e da cartilagem. O tratamento consiste em diminuir os sintomas através da melhora do condicionamento físico específico para a atividade esportiva desenvolvida.

2. AS LESÕES DE MENISCO SÃO FREQUENTES NA PRÁTICA ESPORTIVA. TODAS DEVEM SER TRATADAS COM CIRURGIA?

Não. As lesões podem ser de vários tipos e gravidades. Em pacientes mais velhos estão associadas ao desgaste das fibras de colágeno do menisco, sendo de tratamento não cirúrgico na grande maioria dos casos. O diagnóstico é feito através do exame clínico e ressonância magnética. A cirurgia artroscópica está indicada nos casos traumáticos em que a lesão não tem um potencial de cicatrizar ou não cicatrizou após tratamento com fisioterapia, levando à dor. Na artroscopia, a parte lesionada é retirada, mantendo o restante do menisco intacto, diminuindo as seqüelas da retirada total. Em alguns casos, a lesão pode ser suturada através de técnicas de microcirurgia, preservando o menisco.
treinamento1_agosto_2010
3. QUAL A GRAVIDADE DAS LESÕES DOS LIGAMENTOS DO JOELHO?
Existem vários ligamentos no joelho, sendo os mais importantes os ligamentos colaterais (lateral e medial) e cruzados (anterior e posterior). Lesões isoladas nos ligamentos colaterais respondem bem ao tratamento conservador com fisioterapia e repouso por algumas semanas. Já a lesão do ligamento cruzado anterior é grave e gera uma instabilidade na articulação. Além dos falseios, a ausência do ligamento causa sobrecarga nos meniscos e cartilagem, levando à lesões ao longo do tempo. O tratamento é através da cirurgia artroscópica para reconstrução do ligamento e reparo das lesões associadas.

4. EXISTE TRATAMENTO PARA AS LESÕES DA CARTILAGEM?
O grande problema deste tipo de lesão é a incapacidade de regeneração da cartilagem. Na maioria das vezes, ocorre por microtraumas de repetição com desgaste lento e progressivo. São divididas em lesões superficiais e profundas, sendo a avaliação clínica, radiográfica e pela ressonância magnética fundamental para planejar o tratamento.
O tratamento não cirúrgico consiste em orientação específica para cada esporte, além de medicação para cada tipo de lesão. Atualmente, as medicações que atuam na cartilagem (condroatuantes) e a chamada viscosuplementação (infiltração intra articular com ácido hialurônico ), apresentam bons resultados nas lesões superficiais. Lesões mais profundas e bem delimitadas, podem necessitar tratamento cirúrgico com diversas técnicas para reparo.

5. TENHO ARTROSE NO JOELHO, POSSO FAZER EXERCÍCIOS ?
Sim. Este é um grande mito dentro da prática de atividade física. Ao contrário do que se imagina, o exercício é de fundamental importância para pessoas que possuem artrose no joelho. A artrose é o desgaste gradativo da cartilagem, associada à alterações de ligamentos e músculos ao redor da articulação. Pode ser grave e limitante, no entanto, em sua grande maioria são leves. O trabalho muscular promove uma melhora da pressão e da lubrificação articular, para isso, o programa de exercício deve ser adaptado para cada caso, levando-se em consideração o grau e a localização da artrose.

Pratique atividade física como forma de melhorar sua saúde, qualidade de vida e longevidade. Más, para que o exercício não se torne um problema, é preciso ORIENTAÇÃO.

Fonte:  http://doutissima.com.br/2014/01/20/lesoes-joelho-esporte-ortopedista-explica-tudo-o-que-voce-precisa-saber-42255/

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

10 alimentos recomendados para quem quer ganhar massa magra

A nutricionista Geórgia Bachi explica que metade de nosso peso seco é composto por proteínas, responsáveis pela formação da pele, músculos, órgãos, etc. Para criarmos músculos, devemos ingerir boas fontes proteicas, em conjunto com carboidratos, que darão energia, e vitaminas e minerais, que irão auxiliar no correto funcionamento do nosso organismo.

Veja as dicas da nutricionista Geórgia Bachi:

Foto: Divulgação

1 – Barra proteica – Tem sido muito utilizada como opções de lanches. Por conter whey protein, se torna rica em aminoácidos de cadeira ramificada (BCAA), que representam um terço das proteínas do tecido muscular. É um alimento essencial para a construção dos músculos.

Foto: Reprodução

2 – Clara de ovo – É considerada uma proteína completa e de alta qualidade, pois possui aminoácidos com importantes funções na reparação dos tecidos musculares, rompidos durante a atividade física.

Foto: USA Pears

3 – Frango - Excelente fonte de vitaminas do complexo B, em especial B2, B6 e B12. Possui altas concentrações de aminoácidos essenciais, para a construção muscular e enzimas. Apresenta também menor quantidade de gordura saturada, quando comparada com as carne vermelha.

Foto: Atum Gomes da Costa, Divulgação
4 – Atum – Além de ser uma excelente fonte proteica, é prático e possui a importante função de regular nosso organismo, devido aos óleos essenciais presentes neste peixe.

Foto: Divulgação
5 – Aveia - Grande aliada das pessoas que buscam qualidade de vida. A fibra contida na aveia irá auxiliar no transporte do colesterol para fora do nosso organismo, reduzindo o risco de doenças do coração e regulando os movimentos do intestino.

Foto: Divulgação
6 – Frutas cítricas - O estresse da atividade física enfraquece o nosso sistema imunológico se não forem tomadas as devidas cautelas quanto à nutrição. O antioxidante presente nestas frutas, por apresentarem boas doses de Vitamina C, costuma fazer parte da dieta dos atletas.

Foto: Divulgação
7 – Macarrão integral – Não podemos nos esquecer dos carboidratos, que darão energia ao longo do treino. O integral é indicado por ser absorvido de forma mais lenta do que o convencional, gerando energia de forma constante por mais tempo.

Foto: Tatiana Cavagnolli
8 – Batata doce - Assim como o macarrão integral, a batata doce possui uma absorção mais lenta do que a batata inglesa, gerando energia de forma constante, é uma ótima fonte de carboidrato.

Foto: stock.xchng
9 – Banana – É pratica e fornece importantes benefícios. É uma boa fonte de potássio. A sua falta pode causar problemas de ritmo cardíaco, fraqueza muscular e as famosas câimbras.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel

10 – Azeite de oliva - Faz parte das ditas “gorduras boas”. Irá trabalhar na manutenção do organismo, regulação hormonal e produção de energia.

Foto: Divulgação
DICA NA NUTRI
Os suplementos proteicos em pó (como Whey Protein e Caseína) podem ser utilizados como alternativa de lanches saudáveis e práticos.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/barradecereal/2013/07/11/10-alimentos-recomendados-para-quem-quer-ganhar-massa-magra/?topo=13,1,1,,,13

Outra dica para quem quer saber um pouco mais sobre Whey Protein é ler o livro da Geórgia Bachi que inclui receitas com Whey e dicas alimentares.

Este livro pode ser comprado no site da Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=42144545&sid=91152114415108437516503460



segunda-feira, 22 de julho de 2013

INFLUÊNCIA DO INTERVALO DE RECUPERAÇÃO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE FORÇA

Por Alexandre Evangelista
 http://www.alexandrelevangelista.com.br/2011/07/22/influencia-do-intervalo-de-recuperacao-entre-as-series-no-treinamento-de-forca/
O exercício resistido se tornou uma das mais populares formas de exercício físico para o aumento de força muscular absoluta, resistência, hipertrofia e potência. Por questões de segurança, efetividade e eficiência, o entendimento da interação ente as principais variáveis do treinamento de força (intensidade, número de séries, intervalo entre as séries e velocidade de execução) é de suma importância.
Pesquisas recentes tem demonstrado que o intervalo de recuperação entre as séries é uma importante variável que afeta tanto as respostas agudas quanto crônicas de um programa de treinamento com pesos.
Em recente estudo de revisão, DE SALLES et AL. (2009) tiveram por intuito analisar e discutir o intervalo de recuperação entre as séries para os seguintes objetivos:
- Força absoluta (ou máxima);
- Resistência de força;
Para tanto, os pesquisadores realizaram levantamento de dados nas seguintes bases (The Scielo, Science Citation Index, National Library of Medicine, MEDLINE, Scopus, Sport Discus andCINAHL ). Foram revisados 35 artigos que examinaram tanto as respostas agudas quanto crônicas do treinamento em relação a diferentes intervalos de recuperação.
Os resultados encontrados apontam que, em termos agudos, treinamentos com cargas entre 50% a 90% de 1 RM permitem um número maior de repetições quando intervalos de 3 a 5 minutos são utilizados.
Em relação as adaptações crônicas, 3 a 5 minutos de intervalos permitem maiores aumentos na força absoluta devido a maiores intensidades e volume de treinamento proporcionados. Similarmente, 3 a 5 minutos de recuperação permitiram também maiores ganhos em termos de potência muscular (quando comparados com intervalos de 1 minuto).
Alguns experimentos demonstraram ainda que, em termos de avaliação da força máxima, intervalos de recuperação de 1 minuto podem ser suficientes. Entretanto, do ponto de vista psicológico e fisiológico, a utilização de intervalos entre 3 a 5 minutos apresentam maior segurança e são mais confiávies.
Já quando a meta do treinamento for a hipertrofia, a combinação de intensidade moderada com utilização de intervalos de recuperação girando em torno de 30 a 60 segundos são as estratégias mais eficientes devido (entre outras coisas) a grande liberação do hormônio do crescimento –GH.
Por fim, em relação as adaptações crônicas que envolvem a resistência de força, os dados não se mostram tão claros. Treinamento com curtos períodos de recuperação (20 segundo a 1 minuto), resultaram em maiores velocidades de execução durante cargas submáximas.
Dessa forma, a utilização de intervalos rígidos de recuperação podem ocasionar em ganhos interessantem em relação a resistência da força
Após os dados levantados, os autores concluíram que os intervalos de recuperação deveriam receber maior atenção num programa de exercícios resistidos pois eles influenciam, diretamente, a eficácia, segurança e efetividade do mesmo.

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO ARTIGO:
DE SALLES BF, SIMÃO R, MIRANDA F, NOVAES JS, WILLARDSON JM. Rest Interval between Sets in Strength Training. Sports Med 2009; 39 (9): 765-777

segunda-feira, 15 de julho de 2013

PERGUNTA: DEXTROSE OU MALTODEXTRINA? RESPOSTA: WAXY MAIZE

Quando se fala em suplementação de carboidratos, a segunda coisa que vem a cabeça das pessoas é se existe diferença entre dextrose e maltodextrina. Isso porque a primeira pergunta é sempre a mesma: "mas eu não vou engordar?".

Algumas semanas atrás fiz uma postagem sobre a importância do carboidrato para quem pratica musculação, seja numa fase de hipertrofia ou de definição. Se você não leu, eis o link aqui: http://www.facebook.com/150590721728875/posts/275405012580778

Esclarecido então a importância fundamental do consumo adequado de carboidratos, e tomados os cuidados para que ele não te leve a engordar, vamos agora responder a segunda pergunta: Existe diferença entre DEXTROSE e MALTODEXTRINA ? A resposta é não.

Tanto dextrose quanto maltodextrina são carboidratos, mas a dextrose é um monossacarídeo (glicose) enquanto a maltodextrina é um polissacarídeo (que se quebra em glicose para depois ser absorvida). Na teoria a maior vantagem da dextrose sobre a maltodextrina seria a absorção mais rápida. Na prática os resultados não mostram diferença entre as duas. Os dois suplementos são absorvidos rapidamente pelo organismo e elevam a glicemia (e consequentemente promovem aumento da insulina) e reduzem o catabolismo proteico. Os estudos que compararam os dois suplementos na recuperação muscular não observaram diferenças significativas entre eles, mesmo com a pequena diferença no tempo de absorção. Ou seja, a escolha entre maltodextrina e dextrose é individual e cada um pode decidir qual comprar pelo paladar (uma vez que a dextrose é muito mais doce e nem todo mundo tolera bem).

Mas a novidade do momento em termos de suplementação de carboidratos é o waxy maize !! Já não é tão novo assim, mas a maioria das pessoas ainda não o conhece - o produto que está deixando maltodextrina e dextrose para trás.

O waxy maize é extraído do amido de milho ceroso. O amido constitui-se na principal forma de armazenamento de carboidratos nos vegetais. O amido desta espécie possui características que o diferem dos outros, sendo constituído por 70% de amilopectina e 30% de amilose. Essa diferenciação possibilita sua quebra em diversos pontos ao mesmo tempo, facilitando a digestão e o fornecimento de energia muito mais rápido quando comparado a dextrose e a maltodextrina, sem provocar um pico de insulina tão alto. Ou seja, fornece energia de forma mais constante.

Mas quais as características que fazem do waxy maize tão superior?
1.Excelente digestão e absorção;
2. Capacidade extremamente alta de atrair outros nutrientes de difícil assimilação e com isso potencializar a absorção de produtos como creatina, beta-alanina, arginina e outros;
3. É zero de açúcar, livre de glúten, não cria inchaço e não retém água.

Em resumo podemos dizer que a vantagem deste novo suplemento é o fato de que suas características moleculares permitem que ele retenha menos líquido e seja rapidamente absorvido pelo intestino, leve consigo para o sangue outros nutrientes ingeridos junto e termine sendo utilizado mais rapidamente no abastecimento dos músculos que foram lesionados durante o treinamento intenso da musculação. Tanto a dextrose quanto a maltodextrina NÃO possuem essas características.

Em parte devido a essa rápida taxa de absorção, quando tomado durante o treino, ajuda na reposição do glicogênio e proteínas musculares, tornado-se uma excelente escolha para ser consumido durante todo o treinamento, assim como no pós-treino imediato.

Portanto esse é um produto novo, que para algumas pessoas justifica o investimento de gastar alguns (vários) reais a mais. Não estou fazendo propaganda de um produto comercial, pois esse suplemento não é patenteado e vários laboratórios - inclusive alguns nacionais, já o produzem.

Importante esclarecer também que uso de suplementos deve ser pensado dentro de uma estratégia mais ampla de dieta, de forma personalizada, e que nem todas as pessoas tem a necessidade de usá-los. Existe CIÊNCIA na escolha e administração de suplementos alimentares. Portanto não tome qualquer coisa só porque está na moda ou porque fez bem pra esse ou aquele amigo.

Primeiro é determinar quais as qualidade físicas exigidas pela atividade que você pratica - resistência, força, velocidade... Dentre essas qualidades, se determina quais são as que constituem um fator limitante do seu desempenho (pode ser falta de força, falta de resistência, falta de potência, etc). Depois disso definido, fica mais fácil você escolher qual ou quais os suplementos alimentares que lhe são necessários e lhe ajudarão a progredir mais.
O objetivo é oferecer ao corpo as possibilidades de ultrapassar os obstáculos que retardam o seu progresso.

Percebe que o acompanhamento médico/nutricional individualizado pode fazer toda a diferença ??


Por Dr. Luciano Castro
https://www.facebook.com/drlucianodecastro

WHEY PROTEIN x ALBUMINA - Entenda a diferença

Por: Dr. Luciano de Castro

Sabemos hoje, que os atletas utilizam principalmente o Whey Protein e Albumina como suplementação para uma dieta rica em proteínas. Mas você sabe quais as diferenças entre elas?
Para entender melhor essa diferença é necessário introduzirmos aqui dois conceitos diferentes: Valor biológico e tempo de absorção.

1. O Valor Biológico é uma escala que mede a eficiência pela qual seu corpo utiliza uma fonte específica de proteína. Quanto maior for o valor biológico, melhor é a assimilação destas proteínas. No início desses estudos ficou evidenciado que o ovo obteve a melhor porcentagem de utilização pelo nosso organismo. Por isso o ovo ganhou o valor de graduação '100' como valor biológico. Hoje em dia a indústria dos suplementos conseguiu desenvolver fontes de proteínas mais bem aproveitadas que o ovo, por isso alguns suplementos tem graduação maior que 100. Alguns exemplos: Ovo inteiro = 100, Leite de vaca = 91, Clara do ovo = 88, Carne vaca magra = 80, Frango = 79, Arroz = 59, Feijão = 49, Whey Protein ISOLADO = 110 - 159, Whey Protein CONCENTRADO = 100 - 104, Albumina = 88, Caseína = 77, Proteína da soja = 74. FONTE: Food and Agriculture Organization of the United Nations. The Amino Acid Content of Foods and Biological Data on Proteins.

2. Tempo de Absorção é o tempo que um nutriente após ser consumido leva para ser metabolizado. Geralmente os alimentos com maior tempo de absorção são os melhores para consumo, pois fornecem energia gradual durante todo o dia, mantendo o metabolismo alto, diminuindo as chances de serem estocadas como depósitos de energia (gorduras), e mantendo o trabalho de reconstrução dos tecidos e manutenção das funções orgânicas.
Para o praticante de musculação, um nutriente de absorção rápida é muito útil pois durante o treino há um desgaste muscular muito intenso, com alto consumo de energia. Após o treino o corpo necessita reconstruir o tecido muscular e esta reconstrução é feita por proteínas. Por isso a necessidade de uma proteína com alto valor biológico e também com a mais rápida absorção possível !! A necessidade desta rápida absorção existe porque antes da reconstrução muscular, o organismo tem a tendência de primeiramente repor os estoques de energia que foram queimados no treino. Quando a entrada de nutrientes é muito lenta, o organismo tende a quebrar mais tecido muscular para transformar em energia, ou seja, você acaba perdendo massa muscular por não ter energia disponível no momento certo.

Resumindo: Necessitamos de proteínas de lenta absorção para o consumo diário (mantermos a nossa massa muscular e as funções orgânicas), e precisamos de proteínas de alta absorção (para reconstruir os tecidos destruídos durante o treino).
Whey Protein Isolada – Tempo de digestão: A Hidrolisada tem um tempo de digestão aproximado de 10 a 30min. E a Microfiltrada de 30 a 60min.
Whey Protein Concentrada – A Hidrolisada tem tempo de digestão em torno de 30 a 45min. A Microfiltrada entre 60 a 90min.
Albumina ― Varia entre 2 a 3 horas.
Lembrando que alguns suplementos possuem fórmulas próprias que podem conter um mix de algumas proteínas, alguns contendo todas estas proteínas juntas, ou processadas de formas diferentes,podendo haver uma absorção rápida de até 10 minutos e as lentas com digestão de até 7 horas.

Agora que você entendeu esses dois conceitos, vamos lá:

Whey Protein - A proteína mais badalada, extremamente rica em aminoácidos e de digestão muito rápida. Tem um preço relativamente alto comparando-se com outras proteínas, porém é o preço que se paga por uma proteína de alta qualidade. Excelente para pós treino. De acordo com sua dieta individual prescrita, pode-se misturar carboidrato com o Whey Protein para que o corpo não o utilize como fonte de energia e sim como fonte protéica. Pode produzir gases ou desconforto intestinal, mas isso não é frequente, já que a indústria investe muito nisso por se tratar de um produto caro. Aliás, está aqui uma das grandes diferenças de preço entre as diversas marcas disponíveis no mercado - além do tempo de absorção, a digestibilidade.

Albumina - É a proteína da clara do ovo, contem um alto valor biológico e uma das mais baratas disponíveis no mercado. A digestão da albumina é bem mais lenta comparando com Whey Protein, mas isto não é um ponto negativo. Pense bem em tudo que foi dito antes e entenda essa característica como um ponto a ser explorado. Um dos grandes problemas da albumina é a ocorrência comum da produção de gases no intestino, via de regra com cheiro BEM forte. Então fique atento.


Luciano de Castro é Médico Nutrólogo, especialista em Orientação individualizada para praticantes de atividade física. Para saber mais, acesse: www.facebook.com/drlucianocastro

sábado, 23 de março de 2013

Hierarquia da Perda de Gordura


Este artigo foi retirado do blog do meu colega Prof. Marcus Lima.
http://limatreinamento.blogspot.com.br/2013/03/hierarquia-da-perda-de-gordura.html?spref=fb 
É indicado para profissionais da area e foi escrito há algum tempo pelo Alwyn Cosgrove que é tido como um dos papas quando o assunto é perda de gordura lá na America do Norte, aos amigos que desejam ler a versão original em inglês aqui está o link.
Apreciem a leitura.


 Hierarquia da Perda de Gordura
Alwyn Cosgrove

Tempo para Perda de Gordura
"Perda de gordura é uma guerra total. Dedique-se a isso por 28 dias, somente 28 dias. Ataque com tudo que tiver. Não é uma escolha de estilo de vida, é uma batalha. Perca gordura e então volte a moderação. Aqui está outra para você: Moderação. A Bíblia diz isso melhor: "Seja morno e eu te vomitarei".
Moderação é para mulherzinha."

Dan John (lenda)

Eu venho treinando pessoas há um bom tempo. Sou dono de uma academia que possui vários treinadores treinando muitas pessoas. A despeito de todos os atletas com os quais trabalhei através desses anos, de longe, a maior solicitação de meus clientes tem sido a perda de gordura.
Eu tenho feito mais dinheiro com o mercado de perda de gordura do que com qualquer outro grupo de clientes. Através dos anos, meus métodos tem evoluído e tem sido refinados pelo que vejo na academia. Colocando de forma simples, se eu puder tirar 10 kg de gordura do meu cliente mais rápido do que a concorrência, eu terei uma maior demanda para meus serviços.

Tenho escrito vários artigos sobre perda de gordura e respondido inúmeras questões em relação a este tópico. Uma delas, que recebe muito, é esta:
- Eu (INSIRA qualquer nome aqui) estou tentando perder gordura. Como faço isso sem perder (INSIRA músculo/força/velocidade/etc. aqui).

Basicamente, powerlifters querem continuar a praticar seu esporte, atletas de MMA querem continuar lutando e fisiculturistas amadores desejam manter sua massa muscular, ENQUANTO perdem gordura. O medo de que isso cause um impacto negativo na performance por não focá-la, durante um curto espaço de tempo, é infundado.
Penso que sempre que tentamos perseguir 2 objetivos simultaneamente tendemos a comprometer resultados. Isto porque normalmente temos um recurso limitado: tempo. Se o objetivo é perda de gordura, então o melhor é usar uma abordagem de treinamento periodizada com uma fase específica de perda de gordura (Ex: 4 semanas, 8 semanas, etc...) quando o foco é exclusivamente a perda de gordura.
No longo prazo isso sempre renderá melhores resultados do que tentar equilibrar dois objetivos ao mesmo tempo.

Por exemplo: um powerlifter tentando descer de classe de peso ou emagrecer, será melhor servido se deixar temporariamente de treinar o seu esporte por um período de tempo, focar-se em emagrecer e então voltar ao treino de powerlifting. Ao fazer isso, não irá cair na espiral de tentar manter seus levantamentos e emagrecer ao mesmo tempo. Um programa de treinamento que inclua um período de 8 semanas de treino duro de emagrecimento, seguido por um período de 8 semanas de treino específico de powerlifting provavelmente renderá melhores resultados, ao invés de tentar alcançar os 2 objetivos simultaneamente durante as 16 semanas.

Com nossos clientes regulares e conosco normalmente temos um tempo extremamente limitado. A maioria de nós consegue treinar apenas 3 ou 4x por semana. Com isto em mente, com o tempo sendo um fator limitante, como maximizamos a perda de gordura? Existe uma hierarquia de técnicas de perda de gordura? Acredito que exista.

"A informação apresentada é minha opinião, baseada em aproximadamente 25 anos de experiência de treinar pessoas, comunicação com vários colegas em minha área e o desejo incessante de auto-melhora e desejo de aumentar a magnitude do sucesso de meus clientes. Não estou aqui para discutir a minha versus a sua opinião. Por favor faça perguntas. Explicarei meu ponto de vista mas provavelmente não mudarei de opinião".

Eu não tenho 25 anos de experiência (somente 17), mas eu sinto como se fossem. Aqui estão minhas idéias.



A Hierarquia da Perda de Gordura


1 - Nutrição Correta.

Não existe praticamente nada que possa ser feito para contornar uma má dieta (N.T: na realidade ele usou a expressão dieta de merda - crappy diet - não quis ser tão agressivo :) Você simplesmente tem de criar um déficit calórico enquanto come proteínas e gorduras essenciais suficientes. NÃO HÁ como contornar isso.
2 - Rever item 1.
Sim, é realmente importante assim. Vários treinadores defendem a ideia de que a diferença entre treinar para o ganho de massa muscular e treinar para a perda de gordura é a dieta. Penso que isso é uma simplificação enorme, mas reforça o quão importante e efetiva é a nutrição em relação ao seu objetivo principal.
3 - Atividades que queimam calorias, mantém/promovem massa muscular e elevam o metabolismo.
Penso que é bastante óbvio que o grosso de calorias que queimamos é determinada pela nossa Taxa Metabólica de Repouso ou TMR. O total de calorias queimadas além da taxa metabólica de repouso (através do exercício, efeito térmico dos alimentos, etc...) é uma contribuição menor ao total de calorias queimadas por dia.
Também podemos aceitar que a TMR é grandemente influenciada por quanto músculo temos no corpo - ou quão duro eles trabalham - Portanto, adicionar atividades que promovam ou mantenham a massa muscular fará com que a massa muscular trabalhe mais duro e eleva a taxa metabólica. Esta será nossa prioridade de treinamento número 1 ao desenvolver programas de perda de gordura.
4 - Atividades que queimam calorias e elevam o metabolismo.
O próximo nível da programação de perda de gordura seria uma atividade similar. Ainda estamos procurando atividades que comam calorias e aumentem o EPOC.
EPOC (Exercise Post Oxygen Consumption), (N.T: em português, Consumo de Oxigênio Pós Exercício)  é definido cientificamente como "o retorno da taxa metabólica de volta aos níveis de repouso" e "pode requerer alguns minutos no caso de um exercício leve e várias horas no caso de um treino intervalado mais pesado".
Essencialmente, estamos procurando por atividades que nos mantenham queimando mais calorias após a sessão de exercícios.
5 - Atividades que queimam calorias mas não necessariamente mantém a massa muscular ou elevam o metabolismo.
Esta é a "cereja do bolo", adicionada em atividades que irão queimar calorias adicionais, mas não necessariamente contribuem ou aumentam o metabolismo. Esta é a menos efetiva ferramenta em seu arsenal, já que não promove muita queima fora da sessão de exercícios primária.
Coloquemos as atividades de nosso continuum de perda de gordura juntas, em termos de nossa hierarquia de treinamento progressiva.
5 Fatores para o Treino de Perda de Gordura
1 - Treino Metabólico de Resistência.
(N.T: Treinamento contra resistência, treinamento resistido, muitos sinônimos para designar a mesma coisa: treinamento com pesos)

Basicamente estaremos usando o treinamento contra resistência como pedra angular de nosso programa de perda de gordura. Nosso objetivo é trabalhar forte cada grupo muscular frequentemente e em uma  intensidade que crie um "distúrbio metabólico" maciço ou "depois da queima" (N.T: Essa é uma expressão que o Cosgrove usa com frequência, no original em inglês a palavra é Afterburn, no português fica meio esquisito mesmo), que deixa o metabolismo elevado por várias horas após a sessão de exercícios.
Alguns estudos suportam isso:
Este estudo, usou um protocolo de treinamento em forma de circuito, que consistia de 12 séries realizadas em 31 minutos. O EPOC foi significativamente elevado por até 38 horas pós-exercício.
Trinta e oito horas são um intervalo de tempo bastante significativo para a elevação do metabolismo, se você treinou de 9 até 10 horas da manhã de segunda-feira, ainda estará queimando mais calorias (sem treinar) até meia noite de terça.
Podemos juntar a isso uma sessão adicional de treinamento, dentro dessas 38 horas? Não há nenhuma pesquisa feita nesse sentido, mas eu tenho estudos de caso suficientes para acreditar que podemos.
Outro estudo:
Sujeitos acima do peso foram divididos em 3 grupos: somente dieta, dieta mais aeróbicos, dieta mais aeróbicos e treino de força. O grupo da dieta perdeu 6,62 kg de gordura em 12 semanas. O grupo dieta+aeróbicos perdeu 450 gramas (1 libra) a mais que o primeiro grupo (7,07 kg), o treino era realizado 3x por semana, iniciando com 30 minutos, progredindo para 50 minutos no decorrer das 12 semanas.
O grupo dieta+aeróbicos+pesos perdeu 9,57 kg de gordura (44% e 35% mais do que os grupos 1 e 2 respectivamente). Basicamente, a adição do exercício aeróbico não resultou em nenhuma modificação significativa na perda de gordura quando comparado ao grupo que só fez dieta.  
36 sessões de treino de até 50 minutos é um monte de trabalho para menos de meio quilo de perda de gordura adicional. No entanto, a adição do treino de força, acelerou bastante os resultados de perda de gordura.
Mais um:
O grupo aeróbico desempenhou 4 horas de exercício por semana. O grupo do treino de resistência (N.T: treinamento com pesos) desempenhou 2 a 4 séries de 8 a 15 repetições, 3x por semana.
O VO2 máx aumentou igualmente nos 2 grupos. Ambos perderam peso. O grupo do treino de resistência perdeu significativamente mais gordura e não perdeu nada de massa magra, mesmo ingerindo somente 800 calorias diárias (a razão pela qual a ingestão calórica era tão baixa se deve ao fato de se poder eliminar qualquer variável relacionada a dieta, e comparar somente o efeito do regime de exercícios sobre a massa magra e o metabolismo).
O grupo do treino de resistência na realidade aumentou  o metabolismo quando comparado ao grupo aeróbico, que diminuiu o metabolismo. Parece que o treino de resistência é um stress mais significativo para o corpo do que uma dieta de fome (N.T:  A tendência ao se praticar uma dieta de tão baixa ingestão calórica é de que o metabolismo desacelere para "poupar" energia, um mecanismo de autopreservação).
Em minha experiência, um treinamento do corpo em sua totalidade, em formato de circuito, supersérie, ou tri-set (com exercícios que não compitam entre si) em uma faixa de repetições que produza ácido lático (e force o limiar de ácido lático) parece criar a maior demanda metabólica. Faz sentido que ao treinar pernas, costas e peitoral juntos por exemplo, se queime mais calorias e eleve mais o metabolismo do que uma abordagem de treinamento que isole cada uma dessas partes.
A faixa de repetições que parece funcionar melhor está entre 8 a 12, embora um número de repetições maior funcione em uma população menos treinada.
Para um powerlifter ou um fisiculturista avançado, fazer um esforço máximo ou um levantamento pesado com baixas repetições é mais do que suficiente para manter os níveis de força atuais.
Exemplos:
Powerlifter
- Exercício 1: Agachamento (esforço máximo até 3 repetições máximas).
- Trabalho Metabólico.
Fisiculturista
Sequência de Exercícios:
- 1A: Supino, 2-3 séries de 4-6 repetições
- 1B: Remada, 2-3 séries de 4-6 repetições
- Trabalho Metabólico.
2 - Treinamento Anaeróbico Intervalado de Alta Intensidade.
O segundo "ingrediente" chave na programação de perda de gordura é o Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (N.T: No original em inglês: High Intensity Interval Training ou HIIT). Penso que os leitores do T-Nation conhecem bem os benefícios do treino intervalado. Isso queima mais calorias do que um trabalho em ritmo constante e eleva o metabolismo significativamente, mais do que outras formas de trabalho cardiovascular. 
O estudo que foi um marco em termos de treinamento intervalado é este:
Este estudo comparou 20 semanas de trabalho de endurance (N.T: Para não complicar as coisas, deixei o termo em inglês endurance, porque a tradução seria resistência. E traduzi o termo resistance, que designa o termo com pesos, como resistência). 
Custo energético do treino de endurance = 28661 calorias
Custo do treino intervalado = 13614 calorias
O grupo de treino intervalado mostrou uma perda de gordura subcutânea nove vezes maior do que o grupo de endurance (quando corrigido para o custo energético).
Leia novamente. Caloria por caloria, o grupo de treino intervalado perdeu nove vezes mais gordura total.
Porque? Talvez seja o EPOC, uma autoregulação da atividade enzimática de queima de gordura ou G-Flux (N.T: relação entre ingestão e gasto de energia). Eu não ligo. Eu sou cara do mundo real. Se o grupo do treino intervalado tivesse perdido a mesma quantidade de gordura do grupo de endurance, teríamos o mesmo resultado em menos tempo. Isso significa que o treinamento intervalado é a melhor ferramenta em seu arsenal de perda de gordura.
3 - Treinamento Aeróbico Intervalado de Alta Intensidade.
A próxima ferramenta que iremos inserir é essencialmente um método de menor intensidade. Iremos usar intervalos aeróbicos.
Esse estudo examinou o treino aeróbico intervalado de alta intensidade e sua influência na oxidação das gorduras. Resumindo, sete sessões de treinamento ao longo de 2 semanas, induziram um significativo aumento na capacidade dos músculos e do corpo inteiro de oxidar ácidos graxos durante o exercício em mulheres moderadamente ativas. Em termos leigos, o treino intervalado parece "autoregular" as enzimas que queimam a gordura.
Basicamente isto significa que podemos queimar mais gordura em outras atividades como resultado de sua inclusão.
Meu colega Alan Aragon disse-me uma vez: "Preocupar-se a respeito de quanta gordura é queimada durante o exercício é equivalente a preocupar-se quanto músculo é construído durante o exercício". Em outras palavras, a utilização do substrato durante o exercício não é uma variável importante no quadro geral da perda de gordura, o total de calorias consumidas sim.
4 - Treinamento Aeróbico de Alta Intensidade em Steady State
A ferramenta número quatro é apenas um trabalho cardiovascular mais intenso. Agora estamos apenas queimando calorias, não estamos treinando forte o suficiente a fim de aumentar o EPOC significativamente, ou fazer qualquer coisa além da sessão em si. Mas calorias ainda contam, queimar 300 ou mais calorias por dia irá somar.
(N.T: Steady State: Creio que uma boa opção de tradução seria Estado Contínuo, por ser um termo a que estamos acostumados a usar deixei no original em inglês mesmo.)
5 - Treinamento Aeróbico de Baixa Intensidade em Steady State
Apenas alguma atividade, como caminhar no parque por exemplo. Não irá queimar muitas calorias, não irá aumentar a massa muscular e nem o EPOC.
Não existe muitas pesquisas mostrando que o treinamento aeróbico de baixa intensidade resulte em muita perda de gordura adicional na verdade, mas você terá de se esforçar para realmente me convencer de que se movimentar mais irá machucá-lo quando estiver em modo "ataque a gordura".
Colocando tudo junto: Gerenciamento do Tempo.
Você irá notar que talvez sejam recomendações opostas ao que se lê tipicamente na mídia. Normalmente recomendações para perda de gordura se iniciam com aeróbicos de baixa intensidade, progredindo para aeróbicos de alta intensidade e então o treino intervalado. Finalmente quando se está "em forma" se recomenda o treinamento resistido. 
Minha abordagem para a perda de gordura maciça é o ataque de um ângulo completamente oposto as normas. Se você é um fisiculturista profissional, então tem um tempo extra para adicionar algum tipo de trabalho cardio e fazer um pouco de trabalho extra para ficar magro. Um cliente típico com família e um emprego, raramente pode dispor de tempo extra, portanto devemos olhar para o treino da maneira mais eficiente e focar no tempo disponível primeiro, então planejar o treino baseado nisso.
Se houver 3 horas por semana disponíveis, use somente #1: Treinamento Metabólico Resistido
Podem ser 3 sessões de 1 hora ou 4 sessões de 45 minutos. Parece não importar muito.
No entanto, uma vez que se tenha 3 horas por semana de treinamento resistido para o corpo todo, na minha experiência não tenho visto um efeito adicional em termos de perda de gordura fazendo mais do que isso. Meu palpite é que a este ponto, a regeneração se torna uma preocupação e a intensidade é prejudicada.
Este tipo de treino envolve combinações, superséries, tri-sets, circuitos, EDT (Escalating Density Training), combinações com kettlebell, etc.
Se houver 3-5 horas por semana disponíveis, use #1 e #2: Treino com Pesos mais Trabalho Intervalado de Alta Intensidade.

Neste ponto, qualquer trabalho adicional normalmente é feita sob a forma de treinamento intervalado de alta intensidade, procurando queimar mais calorias e elevar o EPOC.
Treinamento intervalado é como colocar suas economias em uma aplicação financeira de alto retorno. Aeróbicos de baixa intensidade é como escondê-las debaixo do colchão. Ambas funcionarão, mas o retorno que você terá é radicalmente diferente.
Se houver 5-6 horas por semana disponíveis, adicione #3: Treinamento Aeróbico Intervalado.
Intervalos aeróbicos entram nesse ponto porque ainda mantém uma alta intensidade, maior do que o trabalho contínuo (steady state) portanto queimam mais calorias. Parece existir um benefício de oxidação das gorduras e a recuperação será mais fácil do que se adicionássemos mais trabalho anaeróbico.
Se houver 6-8 horas por semana disponíveis, adicione #4: Treinamento Aeróbico de Alta Intensidade em Steady State.

Se você não está perdendo um monte de gordura com 6 horas de treino semanal, então eu daria uma boa olhada em sua dieta. Se está tudo em ordem, mas precisamos aumentar um pouco a perda de gordura (Ex: para uma sessão de fotos, uma reunião da antiga turma do 2º grau, etc.) então adicionaremos algum trabalho cardio pesado - uma corrida longa ou uma pedalada com a frequência cardíaca a 75% ou mais.
Porque não fazer tanto disto quanto possível então?
Bem, o objetivo é queimar o máximo de calorias que pudermos sem causar um impacto negativo na intensidade de nossas atividades de prioridade mais alta. 
Se houver mais tempo disponível ainda, eu adicionaria #5: Treinamento Aeróbico de Baixa Intensidade em Steady State.
Penso que estou entrando na terra dos contos de fada a este ponto. Não imagino que a maioria de nós tenha mais do que 8 horas de treino disponível por semana. Mas se tivermos, é neste ponto que qualquer atividade adicional irá ajudar a queimar calorias, o que nunca é uma coisa ruim.
Um monte de lutadores tem usado esta atividade a fim de ajudar a manter o peso. Isto funciona porque queima calorias, mas não os deixa cansados possibilitando que façam seu treinamento de força, trabalho com um sparring, trabalho técnico, etc. 
Este é o segredo da adição desta atividade: Apenas se Mova, ponha seu corpo em movimento, e queime algumas calorias adicionais - mas não faça nada muito pesado que vá inibir a recuperação e afetar de forma negativa nosso treino prioritário.
As pesquisas e as experiências práticas não mostram mudanças expressivas com a inclusão deste tipo de atividade; no entanto, penso que tudo tem o seu lugar. LEMBRE-SE, isto é uma hierarquia de treinamento e se este tipo de atividade é o quinto na lista é por uma boa razão.
Caras espertos chamam isto de NEAT - Non Exercise Activity Thermogenesis
(N.T: Atividade Termogênica não Induzida por Exercício, creio que seria uma tradução razoável. NEAT é o gasto energético para tudo o quanto fazemos exceto comer, dormir e nos exercitarmos)
Eu chamo de se mover um pouco mais do que o normal.

Resumo
Tenha em mente que tudo que dissemos aqui é que treino mais pesado funciona melhor do que treino mais leve. Simples assim.
Para concluir, eu concordo com o treinador Dan John. Ataque a gordura com ardor e com um único objetivo em mente.
A melhor forma de fazer isto é com um ataque total, implementando a hierarquia que eu descrevi acima.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Musculação pode auxiliar o tratamento de doenças

 Exercício traz diversos benefícios também para a terceira idade 

A cirurgia parecia ser a única solução para Elizabeth Michels tratar a hérnia de disco que lhe provocava dores e limitava os movimentos. Ela mal conseguia caminhar e tomava tantos remédios que chegou a ter problema estomacal.

— Minha geriatra já havia recomendado operar — conta a aposentada de 77 anos, que também sofre de hipertensão e osteoporose.

Tudo começou a mudar um ano atrás, quando Elizabeth passou a fazer musculação como terapia, com acompanhamento médico e de educadores físicos. Os resultados foram tão expressivos que a rotina semanal de exercícios inclui, atualmente, além de duas horas de musculação e uma de pilates, caminhadas pela praia, passeios de bicicleta e tarefas domésticas antes impraticáveis por causa da dor, como varrer a casa.

— Eu era toda dura. Agora até dispensei a empregada. Tenho apenas uma faxineira uma vez por semana — comemora ela.

A evolução chamou a atenção do marido Waldomiro, 78 anos, que também entrou na musculação.

— Melhorou tudo — diz Elizabeth, dando risadas.

Segundo o fisiatra Paulo Lima, a musculação pode ser usada como tratamento complementar para diversas doenças, como hipertensão, osteoporose e problemas cardíacos.

— Os exercícios, se bem feitos, trazem benefícios até para casos de artrose — afirma.
Uma das vantagens da musculação é que ela pode ser feita de acordo com a capacidade física de cada um.

— A musculação pode ser mais suave do que caminhar — explica o reumatologista José Maria Santarém, pioneiro em fisiatria no país.

Fonte:  http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/02/musculacao-pode-auxiliar-o-tratamento-de-doencas-4037545.html
  Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

WHEY PROTEIN OU CASEÍNA? QUAL É MELHOR?


Por:
OSVALDO NETO
Mestre em Ciências Farmacêuticas
Especialista em Fitoterapia
Especialista em Nutrição Esportiva
Especializando em Nutrição funcional
Nutricionista da equipe de treinamento do professor Waldemar Guimarães
Contato: (047) 33619105 – 88495532 – 78127751 – 96*48944
E-mail: osvaldo_rosarioneto@hotmail.com

Atualmente, muito se fala da importância da CASEÍNA em um programa alimentar com objetivo de ganho de massa muscular, tirando, certas vezes, o protagonismo da famosa proteína do soro do leite, mais conhecida como WHEY PROTEIN. Mas afinal, qual das duas é mais importante? Em primeiro lugar, podemos dividir as proteínas em anabólicas e anticatabólicas, sendo a WHEY PROTEIN anabólica pela sua ação rápida, e a CASEÍNA anticatabólica pela sua digestão lenta. Aproximadamente uma hora após a ingestão de uma quantidade quase equivalente de proteínas, o nível plasmático de aminoácidos é muito mais elevado nos usuários de WHEY PROTEIN do que nos que consumiram CASEÍNA. Entretanto, três horas após a ingestão, o nível de aminoácidos do grupo WHEY PROTEIN retornou ao nível anterior ao consumo, enquanto ele permaneceu elevado no grupo CASEÍNA. A absorção lenta da CASEÍNA é explicada em grande parte por uma precipitação que ocorre no estômago em contato com o meio ácido. A vantagem dessa precipitação é que o usuário não teria a necessidade de fracionar a ingestão proteica frequentemente, por isso se aconselha a ingerir a CASEÍNA à tarde ou à noite. Por outro lado, o uso do WHEY PROTEIN é aconselhado pela manhã ao acordar e logo após o treinamento. Contudo, a ciência quase nunca é exata, e alguns artigos científicos comprovam que indivíduos que ingeriram CASEÍNA logo após o treinamento tiveram o mesmo resultado em relação à síntese proteica (ganho de massa muscular) do que aqueles que consumiram WHEY PROTEIN. Leia mais no link abaixo...

http://www.waldemarguimaraes.com.br/?p=3958

quinta-feira, 3 de maio de 2012

As vantagens da musculação: força e saúde

musculacao-renato
Nem sempre os exercícios aeróbios – nadar, caminhar, pedalar, correr – são os únicos responsáveis pela boa saúde. De acordo com uma recente revisão bibliográfica realizada por dois cientistas da universidade de Gainsville, Florida (EUA), o treinamento resistido (TR) – nome mais tecnicamente correto para a musculação -, traz muitos benefícios. Fiquei surpreso ao encontrar tantas descobertas que mostram que “puxar ferro” é uma atividade bastante importante para a saúde. Veja a seguir:
TR e longevidade: praticantes de corrida e outras modalidades que desenvolvem o condicionamento cardiorrespiratório vivem mais. A boa notícia é que o TR também oferece este ganho, sendo que a maioria dos estudos sobre TR encontraram que a força muscular é inversamente proporcional ao risco de desenvolver diversas doenças, inclusive a síndrome metabólica. (Saiba mais sobre a síndrome)
TR e massa muscular: há uma boa quantidade de pesquisas indicando que o TR diminui ou impede a perda de massa muscular provocada pelo envelhecimento. Adultos perdem cerca de 0,46 kg de músculo por ano, a partir dos 50 anos. Isso sem mencionar os ganhos funcionais trazidos pelo TR, diminuindo ou prevenindo a incidência de osteoporose e as quedas, que resultam em fraturas, nos mais idosos.
TR e depressão: a literatura aponta que o TR alivia a ansiedade e a insônia em casos diagnosticados de depressão clínica. Isso acontece porque a musculação estimula a produção de testosterona e o GH (hormônio do crescimento) e inibe a síntese do cortisol, um hormônio que, em quantidades elevadas (situações de ansiedade, por exemplo). aumenta o stress, diminui as defesas do sistema imunológico e acentua o acúmulo de gordura no corpo.
TR e obesidade: as recomendações para prevenir ou tratar o sobrepeso e a obesidade enfatizam a adoção do exercício aeróbio. No entanto, muitos estudos apontam que o TR é bastante eficaz para elevar a taxa de metabolismo em repouso (o quanto de calorias o indivíduo queima sem fazer exercício), que diminui com a idade e está relacionado à perda de massa muscular. O TR diminui e interrompe esta perda e ainda promove o aumento da massa muscular, elevando o metabolismo em repouso. Ao acelerar o metabolismo, o processo de emagrecimento se torna mais rápido e facilitado. É comum pessoas que iniciaram um TR manterem o peso corporal, mas a maioria dos treinamentos resultam em redução da gordura corporal. O que parece fazer com que o peso permaneça inalterado é justamente o aumento da massa muscular. Em contrapartida, os programas que se baseiam somente em atividades cardiovasculares para emagrecimento causam diminuição da gordura corporal e do peso, sem exercer efeito significativo na massa muscular.

 Por Renato Dutra

 http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/treinamento/as-vantagens-da-musculacao-forca-e-saude/

segunda-feira, 12 de março de 2012

DICAS NUTRICIONAIS PARA EMAGRECER E GANHAR MASSA MUSCULAR

Encontrei um blog com ótimo conteúdo para frequentadores de academias.
É o blog da Giovana Guido - Nutricionista Esportiva de Jundiaí-SP
  • Graduada pela Universidade São Judas Tadeu
  • Especialista em Nutrição Clínica & Metabolismo pela Universidade Gama Filho

  • Especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho
Lá você encontra artigos e vídeos sobre emagrecimento, ganho de massa muscular, alimentação saudável, suplementos, e mais.

Veja alguns links que recomendo:
- Como aumentar disposição e energia no dia-dia?
http://nutricionistagiovanaguido.wordpress.com/2011/10/06/como-aumentar-energia-e-disposicao-no-dia-a-dia/

-Como eliminar gordura abdominal? Nutricionista Giovana Guido http://www.youtube.com/watch?v=SNbepW6ziJA&feature=related

- Qual o melhor suplemento alimentar para aumentar massa muscular?
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=m7kBW6nsKGo

Dá uma olhada.

Abraço