quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Carboidrato ajuda a emagrecer!!!
Nada de fazer dieta sem caboidrato.
Mais informações sobre dieta e carboidrato no blog da Dr. Michelle:
http://minutry.blogspot.com/
Abraço
Mitos e Fatos sobre as Cãibras Musculares
As cãibras são uma das causas mais comuns de dor entre os corredores, e são especialmente associadas às corridas de longa distância, como maratonas e ultramaratonas. Dificilmente alguém nunca passou pela experiência, mas para estes não custa informar que cãibra é uma contração muscular súbita, involuntária e dolorosa de um grupo muscular. Como existem vários mitos que se formaram sobre as causas e os tratamentos deste problema, que atinge tanto atletas iniciantes quanto veteranos campeões, vamos esclarecê-los.
Mito: As cãibras são causadas por cansaço muscular
Em termos: As cãibras podem ser causadas por vários motivos. Elas podem ser divididas em cãibras fisiológicas (que ocorrem em músculos normais, causadas pelo exercício físico), patológicas (que ocorrem em músculos ou nervos doentes) e cãibras sintomáticas (associadas a alguns tipos de doenças ou ao uso de medicamentos). Como nosso artigo é sobre as cãibras relacionadas ao exercício, todos os comentários referem-se a este tipo, que é o mais comum.
Mito: As cãibras são mais comuns nas pernas
Verdade: Elas são mais comuns nos músculos que cruzam duas juntas (ou articulações), como os da panturrilha e anteriores e posteriores da coxa. Estes músculos são mais longos e o reflexo deles é mais estimulado, pois são esticados com maior freqüência. Uma outra forma de cãibras são as dores provenientes da contração involuntária do diafragma, que causa a famosa dor de barriga nos atletas destreinados ou que se submetem a um esforço exagerado.
Mito: Não se sabem as causas das cãibras
Em termos: Várias teorias tentam explicar a origem da cãibra associada ao exercício. A mais aceita foi desenvolvida por cientistas da África do Sul (Timothy Noakes e Martin Schwellnus) e envolve uma causa a partir do sistema nervoso. Todo músculo é controlado por um determinado nervo, que estimula a sua contração. Músculos que trabalham encurtados por muito tempo, como em uma maratona, levam a uma estimulação excessiva deste nervo, provocando um reflexo de contração anômala, desencadeando a cãibra.
Mito: Existem medicamentos que podem causar cãibras
Verdade: Várias substâncias podem facilitar a ocorrência de cãibras, entre elas, diuréticos e remédios para pressão.
Mito: Cãibras acontecem apenas em atletas destreinados
Falso: Mais de 90% das pessoas, mesmo não praticantes de corrida, terão algum episódio de cãibra durante a vida. Atletas destreinados que exageram na carga de exercícios apresentam maior risco de terem cãibras. Entretanto, mesmo veteranos podem ter cãibras, se realizarem um esforço acima do habitual.
Mito: Algumas pessoas têm mais cãibras que outras.
Verdade: Há uma predisposição pessoal para ter cãibras, que podem não parar de acontecer mesmo com tratamento adequado. Alguns atletas sempre têm cãibras após correr 30, 40 ou mais quilômetros, apesar de estarem bem preparados para correr, alimentarem-se bem e cumprirem boa hidratação. Este fenômeno ocorre mais em atletas idosos, pesados ou que não apresentem bons hábitos de alongamento.
Mito: Quanto mais nervoso o atleta, mais cãibras ele pode ter.
Verdade: O aspecto psicológico é importantíssimo para as cãibras serem evitadas. Em um estudo americano, apenas o ato de tomar uma pílula sem efeito (placebo) antes de uma maratona, levou a que um grupo de atletas tivesse menor incidência de cãibras que os atletas que disputaram a mesma prova. Quanto mais preparado mentalmente um atleta para seu desafio, melhor ele se sairá.
Mito: Durante uma cãibra, não há nada a fazer
Falso: Na hora em que uma cãibra ocorre, o grupo muscular afetado deve ser alongado de imediato, para reduzir a duração da dor e para evitar novas cãibras. Quando a dor é na região da panturrilha, a melhor maneira de alongar é subir um degrau ou uma guia e soltar o peso em cima do calcanhar, esticando o joelho e alongando os músculos do tendão de Aquiles. Quando a dor é na região da frente da coxa, apoiar o braço em algum poste ou parede, ficar em cima da perna que não dói e segurar o peito do pé da coxa contraída, tentando juntar o calcanhar na região glútea e jogando o corpo para trás. Logo após parar de correr, colocar gelo na musculatura dolorida ou tomar um banho frio ajuda de duas maneiras: previne a inflamação e melhora a dor local (baixa o estímulo dos nervos e do reflexo da cãibra). Se a cãibra for acompanhada de tonturas, mal-estar e vertigens ou desmaio, o atleta deve interromper imediatamente o exercício e procurar atendimento médico urgente.
Mito: Bebendo bastante água consigo prevenir cãibras
Falso: O consumo excessivo de água, sem reposição de sal, pode desencadear uma baixa do nível de sódio no sangue (hiponatremia), uma das causas de cãibras patológicas.
Mito: Comer bananas evita as cãibras.
Falso: A banana é uma ótima fonte de potássio, porém as cãibras associadas à perda de líquidos e sais pelo suor são devidas à diluição do sódio no sangue, como mencionado na explicação do mito anterior. O uso de bebidas isotônicas ou água e alimentos com sal são métodos mais efetivos para prevenir este tipo de cãibra.
Mito: Beber água tônica evita as cãibras
Falso: Embora o quinino, substância presente na água tônica, tenha sido usado na prevenção de cãibras, seu uso foi recentemente proibido nos Estados Unidos, devido à sua toxicidade. Mas em estudos europeus, idosos com cãibras noturnas tratados com quinino obtiveram sucesso no tratamento. De qualquer maneira, a quantidade de quinino na água tônica é muito pequena para ter efeito sobre cãibras.
Mito: Não há como prevenir as cãibras
Falso: O fator mais importante na prevenção é o treinamento adequado, progressivo e acompanhado do hábito de aquecer progressivamente ao iniciar a corrida e alongar a musculatura, especialmente depois de correr. A alimentação adequada e a reposição hidroeletrolítica durante a corrida previnem as cãibras que acompanham a desidratação e os desequilíbrios dos sais minerais (hiponatremia ou hipernatremia) ou da glicose (hipoglicemia). Se as cãibras são recorrentes, apesar de adequadamente tratadas, um médico especialista em Medicina do Esporte deve ser procurado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Alimentação para quem vai malhar ou correr
Ouça no link: http://andreiatorres.blogspot.com/2011/01/podcast-98-alimentacao-para-quem-vai.html
Dicas sobre alimentação infantil, adoçantes e consumo de café
Perguntas:
- Minha filha só quer comer carboidratos e doces, o que fazer?
- Adoçantes fazem mal?
- Café eleva o colesterol?
Confira no endereço: http://andreiatorres.blogspot.com/2010/08/dicas-sobre-alimentacao-infantil.html
Especialistas liberam a prática de musculação para crianças e adolescentes
A ideia de que praticar musculação na infância prejudica o desenvolvimento da criança acaba de ser derrubada. Numa das maiores revisões sobre o tema, especialistas do “Institute of Training Science and Sports Informatics”, em Colônia, na Alemanha, analisaram dezenas de estudos feitos nas últimas décadas sobre treino de força para meninos e meninas entre 6 e 18 anos. Conclusão: a musculação traz benefícios quando bem orientada. Especialistas brasileiros já seguem a tendência e algumas academias no Rio têm profissionais especializados e equipamentos específicos para crianças.
Segundo a pesquisa alemã, publicada na revista "Pediatrics", jovens de qualquer idade que fizeram treino de resistência pelo menos duas vezes por semana, durante um mês ou mais, tiveram maior ganho de força que aqueles que se exercitavam apenas uma vez por semana ou por períodos mais curtos. O resultado contraria a afirmação de que crianças e adolescentes devem evitar a musculação porque esse exercício resultaria em baixa estatura e danos físicos, devido, por exemplo, à falta de testosterona, o hormônio que estimula o aumento de massa muscular em adultos.
Leia a matéria completa:
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/12/13/especialistas-liberam-pratica-de-musculacao-para-criancas-adolescentes-923256551.asp
Fonte: O Globo Online
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Anvisa proíbe venda da Caralluma em todo o paí
Utilizada como inibidor de apetite, a Caralluma Fimbriata não poderá ser mais comercializada no Brasil.
A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgada ontem, 21, proíbe a fabricação, distribuição, manipulação, comércio e uso no território nacional.
A medida de suspensão de uso da Caralluma Fimbriata é diretamente dirigida à população, a quem a Anvisa recomenda que abandone o consumo desse produto. Segundo a Agência, a composição não foi analisada e que, por isso, são desconhecidos os efeitos adversos que podem trazer à saúde humana. Os profissionais da saúde não sabem o que o fitoterápico pode provocar no organismo.
Em Criciúma, o composto natural já atraía adeptos. Na Farmácia Ávila, cerca de cem frascos, cada um com 60 cápsulas, eram vendidos por mês. “Tudo começou na internet, onde ocorreu a maior divulgação e logo em seguida já recebemos clientes”, explicou a vendedora da Ávila, Michele Nunes. Desde ontem, após a determinação da Anvisa, a farmácia já suspendeu a venda dos produtos.
Saiba mais:
A Caralluma Fimbriata é um tipo de cacto encontrado naturalmente em regiões da Arábia, África, Índia, sul da Europa e Afeganistão. É uma planta muito conhecida entre as pessoas por suas propriedades medicinais, conhecida na Índia pelo nome de “famine food”, comida da fome, pois teria sido utilizada pelos povos nativos da região por séculos como supressor do apetite e da sede.
Redação/Profª orientadora Marli Vitali (SC0903JP)
Fonte: http://www.portalsatc.com/site/
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Escolhas saudáveis reduzem o risco de derrame em até 80%

Um novo guia para a prevenção do acidente vascular cerebral (derrame) foi publicado na revista Stroke. No derrame isquêmico uma veia se rompe no cérebro interrompendo o fluxo sanguíneo para o órgão. Já no derrame hemorrágico uma veia se rompe fazendo com que o cérebro seja inundado por sangue. Nos dois tipos de derrame sequelas podem ocorrer impactando negativamente a coordenação motora, os movimentos, a memória ou a fala de forma isolada ou combinada. A prevenção requer medidas que incluem:
- Não fumar;
- Diminuir o consumo de gordura na dieta;
- Aumentar o consumo de frutas e verduras, variando bem o cardápio;
- Consumir álcool com moderação;
- Manter o peso corporal dentro dos limites considerados saudáveis;
- Praticar uma atividade física com regularidade;
- Consultar seu médico mantendo os exames periódicos em dia.
Fonte: Goldstein LB, Cheryl D. Bushnell, M.H.S.; Robert J. Adams; Lawrence J. Appel, M.P.H.; Lynne T. Braun; Seemant Chaturvedi; Mark A. Creager; Antonio Culebras; Robert H. Eckel; Robert G. Hart; Judith A. Hinchey; Virginia J. Howard; Edward C. Jauch; Steven R. Levine; James F. Meschia; Wesley S. Moore; J.V. (Ian) Nixon; and Thomas A. Pearson. "Guidelines for the primary prevention of stroke: A guideline for healthcare professionals from the American Heart Association/American Stroke Association". Stroke Journal 2010.
Retirado do blog: http://andreiatorres.blogspot.com/
Diminuir o consumo de carboidratos refinados é essencial para o emagrecimento

Alimentos como biscoitos, bolos, tortas doces e salgadas, pizzas e pães feitos com farinha branca são a perdição de muita gente. Tais alimentos possuem carboidratos de rápida absorção, os quais estimulam o estoque na forma de gordura, principalmente na região abdominal. Por isto, uma das estratégias para quem quer perder peso é reduzir o consumo dos mesmos. Estudo publicado esta semana no New England Jornal of Medicine comprova justamente isto. Durante a pesquisa 772 famílias européias foram acompanhadas por 8 semanas. Foi proposta uma dieta hipocalórica para cada um dos indivíduos. As dietas diferenciavam-se da seguinte forma:
Tipo 1 - Pouca proteína (13% das calorias) e dieta com alto índice glicêmico (rica em carboidratos refinados)
Tipo 2 - Pouca proteína (13% das calorias) e dieta com baixo índice glicêmico.
Tipo 3 - Muita proteína (25% das calorias) e dieta com baixo índice glicêmico
Tipo 4 - Muita proteína (25% das calorias) e dieta com alto índice glicêmico
Tipo 5 - Dieta hipocalórica padrão sem nenhuma restrição quanto ao tipo de carboidrato
Foi observado que 548 adultos (71% da amostra inicial) conseguiu seguir a dieta sendo que o grupo 3 foi o mais bem sucedido. O pior resultado foi dos participantes do grupo 1, sendo que foi o grupo que mais ganhou peso após o término do período de estudo. Os pesquisadores concluíram que um modesto aumento na quantidade de proteínas na dieta e a redução dos carboidratos de alta absorção é uma estratégia fundamental para a perda e para a manutenção do peso perdido.
Outra etapa do estudo envolveu as crianças destas famílias. O estudo a ser publicado na revista Pediatrics mostrou que as crianças que seguiram o mesmo padrão dietético dos pais com a dieta do tipo 3 normalizaram o peso, mesmo que não tenham contado calorias. Isto porque carboidratos de baixo índice glicêmico e proteínas conferem mais saciedade do que carboidratos de absorção rápida, o que fez com que as crianças diminuíssem o consumo de calorias ao final do dia.
Para saber mais: Thomas Meinert Larsen, Stine-Mathilde Dalskov, Marleen van Baak, Susan A. Jebb, Angeliki Papadaki, Andreas F.H. Pfeiffer, J. Alfredo Martinez, Teodora Handjieva-Darlenska, Marie Kunešová, Mats Pihlsgård, Steen Stender, Claus Holst, Wim H.M. Saris, Arne Astrup. "Diets with High or Low Protein Content and Glycemic Index for Weight-Loss Maintenance.". N Engl J Med, 2010; 363:2102-2113, Publicado online no dia 25/11/2010.
Retirado do blog: http://andreiatorres.blogspot.com/
domingo, 5 de dezembro de 2010
Exercícios podem reduzir risco de câncer

Agência FAPESP – Mais uma boa notícia para quem pratica atividades físicas – ou um estímulo para quem quer começar. Um estudo observou que mulheres que se exercitaram por pelo menos 150 minutos por semana apresentaram risco reduzido de desenvolvimento de câncer de endométrio – tumor maligno mais comum nos órgãos genitais femininos.
A pesquisa, feita na Escola Yale de Saúde Pública, nos Estados Unidos, foi apresentada nesta terça-feira (9/11) na Conferência de Pesquisa para Prevenção do Câncer da Associação Norte-Americana de Pesquisa sobre o Câncer, na Filadélfia.
O menor risco foi verificado tanto para mulheres com peso normal como com sobrepeso ou obesas. “O estudo é consistente com trabalhos anteriores que fortemente apoiam a associação entre atividade física e menor incidência de câncer de endométrio”, disse Hannah Arem, um dos autores do estudo.
Os pesquisadores avaliaram 668 mulheres com câncer de endométrio, comparando os resultados com os observados em 665 outras sem tumores. Aquelas que praticaram exercícios por 150 minutos ou mais por semana tiveram risco 34% menor de desenvolver tal tipo de câncer do que as que se mantiveram sem atividade física.
A associação se mostrou mais pronunciada entre mulheres ativas e com índice de massa corporal (IMC) inferior a 25, as quais apresentaram risco 73% menor do que as que não praticaram exercícios e tinham IMC maior do que 25.
Mas os efeitos da atividade física se mostraram importantes mesmo entre as mulheres com sobrepeso. As que tinham IMC acima de 25, mas praticaram mais de 150 minutos de exercícios físicos por semana, tiveram risco 52% menor de desenvolver a doença.
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13023/exercicios-podem-reduzir-risco-de-cancer.htm
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Metabolismo em dia: cortar calorias bruscamente não é saudável para quem quer perder peso
Por: Julia Dubin Melnick
Para quem quer manter o corpo em dia é sempre importante dar uma mãozinha para o organismo. Por isso, é tão importante manter o metabolismo regulado, esclarece a nutricionista Julia Dubin Melnick, especialista do Consultório Bem-estar.
— O metabolismo de uma pessoa influencia desde o peso dela, até a sua disposição para executar tarefas cotidianas. Para que ela chegue ao seu o peso desejado, o metabolismo pode fazer toda a diferença, pois é ele quem vai ditar o ritmo e a facilidade para alcançar e manter o tão esperado peso — explica.
Para a nutricionista, muitas pessoas, na ânsia por perder peso, acabam adotando atitudes radicais como cortar bruscamente o consumo de calorias. O que, segundo ela, é um erro, pois desorganiza o funcionamento do metabolismo.
— O nosso organismo tem a fisiologia perfeita. Ele está sempre pronto para nos defender. Quando cortamos radicalmente as calorias, ele entende isso como uma ameaça. O nosso metabolismo não sabe se estamos de dieta ou estamos passando por um período onde há escassez de alimentos. Para ele, receber menos calorias de um dia para o outro é sinal de perigo, e ele fará de tudo para "lutar" contra a perda de energia — garante.
Julia afirma ainda que um café da manhã balanceado é fundamental para ajudar o metabolismo a manter um ritmo adequado.
— A primeira refeição do dia nos prepara para "encarar" as tarefas da manhã. Além desta propriedade energética, estas calorias ingeridas se transformam em energia gasta. Por exemplo, para o nosso corpo poder gastar calorias com pequenas e grandes ações cotidianas, precisamos fazer ele entender que não precisa "reter" essa energia. Que ele pode gastá-la pois vai receber mais em outro momento — argumenta.
Além disso, segundo a nutricionista, o consumo de proteínas é bem interessante para estimular a aceleração do metabolismo. Para serem digeridas pelo nosso corpo, as proteínas exigem um gasto de 25% a mais de energia do um carboidrato.
— Isso causa um aumento de gasto calórico interno, o que, no final, aumenta o número de calorias gastas no dia, auxiliando o emagrecimento. Para isso, os alimentos termogênicos, como a couve e a maça, por exemplo.
Outra dica da especialista é inserir carboidratos integrais, como o arroz, pães e massas na rotina alimentar.
— Eles levam mais tempo para serem digeridos, ou seja, o corpo "trabalha" mais tempo para completar o ciclo alimentar, gastando mais energia — ressalta.
O que evitar
Julia alerta ainda que o consumo de álcool e a falta de rotina na hora de descansar podem afetar o funcionamento do metabolismo.
— O álcool é uma caloria vazia, que não alimenta, não tem nutrientes. Além disso, ele tem um alto índice calórico, fazendo com que a pessoa acabe ganhando peso — alerta.
Sobre o sono, a especialista afirma que é no momento em que dormimos, que diversos processos metabólicos ocorrem, principalmente os hormonais.
A produção e a liberação de hormônios ocorre com maior frequência nesse período. Logo, se a pessoa não dorme o tempo necessário, estes processos ficam prejudicados, podendo causar grandes danos a saúde — alerta.
Retirado: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3107108,Metabolismo-em-dia-cortar-calorias-bruscamente-nao-e-saudavel-para-quem-quer-perder-peso.html